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segunda-feira, 24 de outubro de 2016

OS JOVENS CONTEMPORÂNEOS E O CONSERVADORISMO



O repertório da esquerda se voltou, mais uma vez, para a ênfase ao crescente conservadorismo que vem surgindo entre os jovens. Ela alega que este fenômeno se deve simplesmente ao fato de os jovens não estarem se identificando com "o lado transgressor" da pauta esquerdista. Isto porque, segundo os "intelectuais" de plantão, hoje a esquerda representa o poder e, portanto, algo que deva ser combatido.



Esta conclusão, diga-se de passagem, só poderia sair das engrenagens de uma mentalidade má formada pois se baseia no pressuposto de que os jovens não passam de criaturas rebeldes e, portanto, "revolucionárias". Tal afirmação despreza totalmente a capacidade de raciocínio dos jovens e os vê apenas como crianças birrentas.



A bem da verdade a esquerda vem tentando mudar nossos costumes há muito tempo, e tornar nossos jovens cada dia mais cheios de vontade tem sido um propósito perseguido com enorme dedicação. Basta citar os inúmeros "estudos", divulgados de forma incansável, que tentam reforçar a ideia da existência dos perigos de se tornar o jovem um indivíduo traumatizado pelo simples fato deles se verem frente a frente com algum problema que tenham de resolver. Neste sentido, o lobby encima de ato de se POUPAR O JOVEM de amadurecer é muito grande - claro que o discurso por trás diz exatamente o oposto. O que vemos são apenas discussões defendendo a LEI DA PALMADA, o BULLIYNG "e" o POLITICAMENTE CORRETO.





NÃO ! ! !
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O que vem fazendo crescer o sentimento conservador entre os jovens é algo que os intelectuais de esquerda optaram por ignorar: eles possuem a capacidade de raciocinar sozinhos.


sábado, 20 de fevereiro de 2016

O delirante mundo dos petistas.


Texto: Viúva Negra

O Partido dos Trabalhadores (PT) tem aprimorado sistematicamente a sua capacidade de construir uma realidade própria. Diante de fatos inequívocos – por exemplo, as graves denúncias de corrupção e as mais que evidentes provas de um governo inepto, que leva o País à destruição –, o PT refugia-se num universo onírico, criado com o único e exclusivo intuito de se isentar de responsabilidade pela crise que assola o País e criar constrangimento a todo aquele que não dê anuência a seu projeto de poder.



Nesse mundo paralelo, as palavras ganham significado peculiar, escolhido a dedo de acordo com as circunstâncias. Intolerante não é aquele que não admite a opinião alheia. Intolerante passa a ser todo aquele que ousa manifestar opinião contrária aos interesses petistas. Se o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ''Outro que eu nunca aprovei'' expressa sua opinião de que a renúncia da presidente Dilma, ou ao menos o reconhecimento dos erros cometidos, seria um gesto de grandeza de sua parte, ele é imediatamente tachado de intolerante e instado a se calar, porque ex-presidente deve se recolher à sua insignificância. Exceto, é claro, o mais ilustre de todos, Lula da Silva, cujos conselhos são ouro puro.



Esse é o método petista – acuar quem não concorda com o jeito de governar do PT. Na ótica petista, a manifestação da opinião política – já não faz parte da liberdade de expressão e da liberdade política. É golpismo, revanchismo de quem não aceita o resultado das eleições ''segundo Ele e a militância virtual'' Tal como CY de Aquino ''Uma figura bastante agressiva que perambula pelo Google+ ameaçando as pessoas.



Da mesma forma, quem considera que há razões legais e constitucionais para o impeachment da presidente Dilma é simplesmente golpista. Levada ao extremo a interpretação que esses petistas dão à lei e aos fatos, o fundamento do Estado não é a Constituição Federal. O Estado é o partido – e a legalidade deixa de ser uma régua que mede a todos, para ser uma linha fluida e incerta, que protege não a coletividade, mas os interesses bem particulares do partido e de seus sobas.



No universo particular petista, o mal não é a corrupção. O que causaria prejuízo ao País são as investigações que trazem à tona a corrupção. Essas investigações travam a economia. As investigações policiais, portanto, precisariam ser contidas, pois trazem o risco de afetar empresas, que geram emprego e crescimento econômico. Pelo menos algumas empresas e empresários – não por acaso aqueles que contribuem generosamente para o projeto petista – precisam ser blindados. Trata-se de dever patriótico de todo aquele que quer o progresso do Brasil, segundo eles é claro!



Na defesa de seus interesses, o PT, partido do progresso e da transformação, não teme assumir contornos conservadores. Quer a todo o custo que tudo fique como está. Principalmente, que não se esclareça muita coisa, que não se investigue a fundo, que não se puna de acordo com a lei. A delação premiada – simplesmente por ter sido o instrumento para expor ao País tantos atos de corrupção praticados ao longo dos anos de PT no governo federal – passou a ser execrada publicamente, como se fosse a mais alta imoralidade. Com essa atitude, transforma-se em valor moral da mais elevada extração a oferta, o silêncio cúmplice, que perpetua as máfias.



A construção da onírica realidade petista não é inocente. Com ares de preocupação social, manipula a linguagem com a única preocupação de proteger amigos e agentes – a tigrada que vinha tirando o que podia do Tesouro para sustentar as aventuras eleitorais do partido e, de quebra, enriquecer um pouquinho.



A “criatividade” petista – que nada mais é do que uma fuga do mundo real, com suas constrangedoras responsabilidades – manifesta desespero político. Abandona qualquer pretensão de coerência em troca de uma tábua de salvação.


sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Quem é mais suscetível ao gramscismo?


GRAMSCISMO - doutrina de ideias do pensador italiano Antônio Gramsci usada como cartilha para a viabilização da revolução socialista contemporânea. Segundo ela a revolução deve se dar a partir da ideologia (presente nas instituições, nos sistemas de ideias e nas crenças de uma sociedade).

Gramsci acreditava que para mudar a sociedade havia-se primeiro que mudar os homens e, para tanto, havia que se modificar o modo de pensar das pessoas. Partindo deste princípio, Gramsci formulou uma estratégia para viabilizar esta mudança de pensamento. A tática passava por infiltrar o pensamento marxista na sociedade sem que ela soubesse que tais ideias faziam parte do ideário revolucionário socialista. Isto posto, a partir do momento em que a sociedade houvesse digerido esta nova forma de percepção da realidade, passaria a desejar e a defender o socialismo sem que o soubesse.

Um dos primeiros flancos a atacar foram as Universidades, por esta ser uma instituição de opinião respeitável e o local onde são formadas as mentes pensantes do futuro. Tais instituições de ensino foram então “invadidas” por pessoas comprometidas com o pensamento socialista que passaram a formar a cada ano uma horda cada vez maior de admiradores desta ideologia.

Concomitantemente infiltraram-se na mídia jornalística, no cinema, nas instituições religiosas e sindicais. Todas elas instituições de grande influência no pensar social. Não bastasse isso, no passado mais recente decidiram infiltrar-se também nos movimentos sociais: movimentos feministas, movimentos negros, movimentos gays, movimentos jovens (que deram origem à contracultura).

Fotos do "Camp Taylor", famoso refúgio hippie dos anos 60 no Havaí (YouTube)

Vale ressaltar que, segundo o gramscismo, para que o socialismo seja possível é necessário que as pessoas acreditem que ele é o melhor para elas. Precisam querer estar sob este regime, clamar por ele. E PARA ISSO PRECISAM SER ENGANADAS. E a melhor forma de remodelar o pensamento das pessoas é dominando as instituições sociais responsáveis pela disseminação de ideias: institutos educacionais, instituições religiosas, mídia e agremiações de classe, basicamente.

Todos os movimentos sob influência desta ideologia passaram a rezar a cartilha marxista sem saberem que o faziam, pois, como desconheciam o pensamento de Marx, não tinham como associar o que ouviam destes aliciadores com os textos marxistas. Tais movimentos com o tempo passavam a contar com seus próprios "multiplicadores" - mais conhecidos como IDIOTAS ÚTEIS: aqueles que inocentemente (ou por falta de leitura) acreditam nas falácias propaladas pelo socialismo.

Percebe-se que toda a sociedade ocidental, em maior ou menor grau, se viu “atacada” pela ideologia marxista. Todas as classes sociais, em maior ou menor grau, sofreram a influência desta nova moral social. Porém, os mais suscetíveis são sempre os mais pobres – não coincidentemente os mais “defendidos” pelos esquerdistas. Mas por que os mais pobres? Porque são os que possuem menor acesso à informação, tanto por não contarem com recurso para se informar, como porque dependem das escolas, da mídia e das instituições religiosas para tal e estas, em sua maioria, já não estão mais comprometidas com os pobres ou com a verdade, mas com o ideário socialista.

sábado, 22 de agosto de 2015

Afinal, a verdade existe?

No meu tempo de estudante e, mais precisamente quando entrei para a faculdade (quando fui cooptada pela ideologia marxista e me tornei petista) passei por diversos momentos de lavagem cerebral sem perceber. Claro, é tudo feito de forma a "não parecer que é". TODOS OS TEXTOS lidos e sugeridos em sala de aula eram marxistas. TUDO o que se falava em sala de aula tinha um viés marxista. TODOS OS MEUS PROFESSORES eram marxistas.


A faculdade me negou o direito de conhecer as duas faces de uma mesma moeda me mostrando apenas uma.

Quando eu não entendia ou discordava de alguma coisa, era levada a acreditar que não tinha maturidade suficiente para compreender o que estava em discussão. Achava-me burra - coisa que professores e colegas sutilmente reafirmavam. Certa vez cheguei a ouvir de uma amiga: “Suas categorias de análise estão deturpadas. Falta-lhe muita leitura”.

Anos atrás fiz outra faculdade e, como não poderia deixar de ser, apesar de se tratar de outro curso e outra Universidade, lá estava o predomínio do viés marxista. Desta forma não é de se admirar que só recentemente, DEPOIS DE ALGUMA LEITURA DE CUNHO DIVERSO, é que estou começando a perceber que todas as minhas discordâncias com relação ao que via nas salas de aula não eram fruto do que costumavam taxar de imaturidade intelectual ou desconhecimento da realidade – às vezes até “dificuldade de apreensão da mesma”. Pelo contrário, tratava-se de uma forma inconsciente de recusar o que para mim não fazia sentido. É-me difícil aceitar o que não faz sentido, não importando o que seja ou de onde venha. Ainda hoje me recordo de uma passagem onde atraí para mim olhares raivosos de toda sala de aula porque tive o disparate de discordar do que o autor de um livro dizia. E vejam que foi uma discordância insignificante. A professora se resumiu a me forçar a ler e reler o trecho do qual discordara imaginando que isto me faria mudar de opinião... Não deu certo.

Apesar desta minha “desconfiança” a respeito da coerência teórica adotada pelos textos analisados – algo que me perseguiu durante todo o período em que estive na academia –, só agora percebo que eu não era tão burra quanto imaginava. Porém, há que se destacar um ponto que fugira desta minha confusão mental nos textos de viés marxista: houve um livro que jamais me levou a duvidar da minha capacidade de absorção da “cultura superior” – o "Relativisando" do Roberto Da Matta. Consta ali um discurso totalmente inebriante com relação à verdade. Este livro traz exatamente o posicionamento criticado pelo "Maro Filósofo" no vídeo abaixo. Contudo, quando li fiquei encantada com a defesa da ideia de que a verdade seria algo relativo e, portanto, algo inexistente. Assim sendo, não parei para analisar o absurdo da alegação.

Aquela afirmativa fazia de mim uma pessoa menos burra, posto haverem pessoas mais burras do que eu. Dá para perceber porque eu gostei tanto? No momento pouco importou a lógica presente em tal afirmativa. Mais urgente era meu sentimento de inferioridade que deveria ser contraposto. Fui enganada e aceitei de bom grado a mentira que me contaram porque ela me chegou em hora apropriada... E é assim, por meio de subterfúgios teóricos, que a ideologia marxista se apropria de nossas mentes sem que nos demos conta. Convém ressaltar que este foi o único texto que li, durante o meu processo de lavagem cerebral, que não só entendi, mas também julguei coerente. Felizmente, descubro hoje eu não era um caso perdido.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

LAVAGEM CEREBRAL - Como funciona a propaganda político/ideológica



Quando vejo esta manipulação da opinião popular a respeito dos reais acontecimentos e das reais intenções de um governo, fica fácil para mim entender como aconteceu o nazismo na Alemanha. Antes eu não entendia como uma nação inteira pode se deixar enganar pelo discurso de Hitler. Apesar de haver estudado e lido a respeito da propaganda política realizada pelo Ministério da Propaganda nazista, na figura de Goebels, eu não entendia como isto havia sido possível. Goelbels tem uma frase famosa: DIGA UMA MENTIRA MIL VEZES E ELA SE TORNARÁ UMA VERDADE. Bem, Hitler não assumiu o papel de líder da noite para o dia, mas foi galgando sua posição paulatinamente dentro de cargos de comando e de influência no governo.

Aqui, na América Latina, a influencia das idéias marxistas começou na época dos regimes militares mesmo. Os comunistas assumiram posições táticas em diferentes locais na sociedade - locais estratégicos em relação à difusão de idéias: mídia, universidades, cultura e política. A partir desdes locais passaram a influenciar as novas gerações contando a sua versão de fatos, inclusive modificando a historia para corroborar suas afirmações. Foi um processo lento mas eficiente.

Hoje as pessoas acreditam que ser de esquerda é "legal" e ser de direita e algo como "ter parte com o diabo". Acreditam que a esquerda é boa e a direita é má. Acreditam que a esquerda só quer o bem da humanidade e a direita o oposto. Acreditam que a esquerda é democrática e a direita ditadora.

Na verdade, a esquerda prega um governo que não admite a liberdade individual porque não há liberdade para nada, sequer para se escolher a profissão, onde morar, o que comprar, para onde ir. A esquerda trata a população como alguém que não sabe o que quer e que por isso precisa de alguém para decidir o que melhor para ela.

Um dado interessante sobre os comunistas é a sua capacidade de "mudança de tática". A esquerda pregava a ditadura do proletariado, mas, quando percebeu que os trabalhadores se tornavam, SEGUNDO ELA, preguiçosa e acomodada a medida que conquistava melhores condições de vida (se tornava classe média), passou a tacar em outros flancos. O alvo agora eram as minorias, esta sim seria a "classe" capaz de levar a cabo a revolução socialista. Passaram então a defender a ditadura das minorias, em outras palavras, o politicamente correto.

Este vídeo que estou comentando é pura propaganda ideológica do governo Maduro. Para obter a aprovação da população venezuelana a propaganda política criou um fato: a perseguição americana. Este fato serve como pretexto para unir a população contra um inimigo comum - que não é o real (o próprio governo). É a mesma tática de Fidel castro que desde que se tornou líder em Cuba vem acusando os estados Unidos de todos os males que acontecem na ilha.

Só acredita quem não conhece a verdade e é por isso que a mídia é tão importante.