Vídeo legendado pelos "tradutores de direita".
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domingo, 12 de fevereiro de 2017
terça-feira, 17 de janeiro de 2017
LEGALIZAR AS DROGAS - ESSA É A PROPOSTA DO GOVERNO PARA ACABAR COM A MATANÇA NOS PRESÍDIOS
Quando eu digo que as esquerdas brasileiras estão mancomunadas com o narcotráfico muita gente torce o nariz, mas aí está a prova de que minhas afirmações não estão assim tão distantes da realidade.
As facções do narcotráfico em disputa pelo controle dos presídios e das rotas internacionais do tráfico de drogas estão tão ligadas aos nossos políticos que estes não estão fazendo nada para parar a carnificina nos presídios. Ao contrário, toda vez que algum representante do governo vem a público é para dizer que está tudo "pacificado".
NA VERDADE ESTÁ "TUDO DOMINADO".
O nosso governo, de ideologia de esquerda, só fala em INDENIZAÇÃO DAS FAMÍLIAS dos meliantes... E agora, para fechar com chave de ouro a discussão, começaram a falar em descriminalizar a maconha.
Percebem a ligação?
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segunda-feira, 24 de outubro de 2016
OS JOVENS CONTEMPORÂNEOS E O CONSERVADORISMO
O repertório da esquerda se voltou, mais uma vez, para a ênfase ao crescente conservadorismo que vem surgindo entre os jovens. Ela alega que este fenômeno se deve simplesmente ao fato de os jovens não estarem se identificando com "o lado transgressor" da pauta esquerdista. Isto porque, segundo os "intelectuais" de plantão, hoje a esquerda representa o poder e, portanto, algo que deva ser combatido.
Esta conclusão, diga-se de passagem, só poderia sair das engrenagens de uma mentalidade má formada pois se baseia no pressuposto de que os jovens não passam de criaturas rebeldes e, portanto, "revolucionárias". Tal afirmação despreza totalmente a capacidade de raciocínio dos jovens e os vê apenas como crianças birrentas.
A bem da verdade a esquerda vem tentando mudar nossos costumes há muito tempo, e tornar nossos jovens cada dia mais cheios de vontade tem sido um propósito perseguido com enorme dedicação. Basta citar os inúmeros "estudos", divulgados de forma incansável, que tentam reforçar a ideia da existência dos perigos de se tornar o jovem um indivíduo traumatizado pelo simples fato deles se verem frente a frente com algum problema que tenham de resolver. Neste sentido, o lobby encima de ato de se POUPAR O JOVEM de amadurecer é muito grande - claro que o discurso por trás diz exatamente o oposto. O que vemos são apenas discussões defendendo a LEI DA PALMADA, o BULLIYNG "e" o POLITICAMENTE CORRETO.
NÃO ! ! !
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O que vem fazendo crescer o sentimento conservador entre os jovens é algo que os intelectuais de esquerda optaram por ignorar: eles possuem a capacidade de raciocinar sozinhos.
terça-feira, 12 de abril de 2016
A poligamia e a natureza humana
Imagem promocional da série "Big Love" da HBO
Vou aqui tentar explicar por que a poligamia é uma bandeira das esquerdas e porque ela não deve existir.
Existe uma coisa chamada NATUREZA HUMANA e a partir dela podemos entender os sentimentos humanos.
Os "progressistas" (leia-se esquerdistas) defendem que o amor "AO PRÓXIMO" (o amor descrito por Cristo) é o mesmo que amor ao sexo oposto - de mesma intensidade inclusive - e que só não vivemos esse "amor ao próximo" em toda a sua intensidade porque nos reprimimos.
É uma maneira cafajeste de dizer que o natural seria praticarmos o amor livre - com TODOS, sem exceção - e que o ciúme seria algo não natural pelo simples fato de ser contra essa regra. Percebe-se a partir deste discuso que o amor é, na verdade, desprezado pelos "progressistas".
Acontece que o ciúme existe, e existe exatamente devido à natureza humana: somos assim; gostamos de ser correspondidos por quem amamos e nos sentimos inseguros quando não temos esta certeza (Esqueçam as pessoas possessivas, estas sim são um "desvio" da natureza).
Ora, só quem já amou irá entender que um relacionamento a três não é normal e SEMPRE gerará conflito.
Mesmo porque, sexo é diferente de amor. Do contrário não existiria a mais antiga profissão.
EXISTE UMA CRENÇA INFANTIL DE QUE SE O SEXO COM UMA PESSOA É BOM, ENTÃO O SEXO COM MAIS DE UMA É MELHOR.
ISSO É MENTIRA!
Sexo só é melhor quando o outro é quem amamos (e isso só irá entender quem já amou).
Agora, partindo para o discurso das esquerdas: quando digo que sua intenção é destruir a família, estou falando da família tradicional, com pai, mãe e filhos.
Qualquer outra geraria - e gera - conflitos além dos que já existem numa família comum - estou me referindo apenas à família tradicional cristã (que não admite casais homossexuais). Basta mencionar famílias de pais separados que costumam ter algumas complicações extras... Mães solteiras idem. Por mais que estes exemplos sejam coisa comum hoje em dia, não é "normal".
A real intenção no cerne do pensamento esquerdista é eliminar a família tradicional porque, segundo eles, é a família que gera a propriedade privada no momento em que os pais lutam para deixar uma herança.
Isto é defendido na obra "A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado".
Destruir a família tradicional é uma condição sine qua non para a revolução socialista. E para destruí-la usam o Gramscismo.
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
A REVOLUÇÃO CULTURAL DO PT
Fonte: O Globo - texto do historiador Marco Antonio Villa
O Ministério da Educação está preparando
uma Revolução Cultural que transformará Mao Tsé-Tung em um moderado pedagogo,
quase um “reacionário burguês.” Sob o disfarce de “consulta pública”, pretende
até junho “aprovar” uma radical mudança nos currículos dos ensinos fundamental
e médio — antigos primeiro e segundo graus. Nem a União Soviética teve coragem
de fazer uma mudança tão drástica como a “Base Nacional Comum Curricular.”
No caso do
ensino de História, é um duro golpe. Mais ainda: é um crime de lesa-pátria. Vou
comentar somente o currículo de História do ensino médio. Foi simplesmente
suprimida a História Antiga. Seguindo a vontade dos comissários-educadores do
PT, não teremos mais nenhuma aula que trata da Mesopotâmia ou do Egito. Da
herança greco-latina os nossos alunos nada saberão. A filosofia grega para que
serve? E a democracia ateniense? E a cultura grega? E a herança romana? E o
nascimento do cristianismo? E o Império Romano? Isto só para lembrar temas que
são essenciais à nossa cultura, à nossa história, à nossa tradição.
Mas os
comissários-educadores — e sua sanha anticivilizatória — odeiam também a
História Medieval. Afinal, são dez séculos inúteis, presumo. Toda a expansão do
cristianismo e seus reflexos na cultura ocidental, o mundo islâmico, as
Cruzadas, as transformações econômico-políticas, especialmente a partir do
século XI, são desprezadas. O Renascimento — em todas as suas variações — foi
simplesmente ignorado. Parece mentira, mas, infelizmente, não é. Mas tem mais:
a Revolução Industrial não é citada uma vez sequer, assim como a Revolução
Francesa ou as revoluções inglesas do século XVII.
O apagamento
da História, ao estilo Ministério da Verdade de “1984,” não perdoou a história
dos Estados Unidos — neste caso, abriu exceção somente para a região onde
esteve presente a escravidão. Do século XIX europeu, tudo foi jogado na lata de
lixo: as unificações alemã e italiana, as revoluções — como a de 1848 —, os dilemas
político-ideológicos, as mudanças econômicas, entre outros temas clássicos e
indispensáveis à nossa História.
Os policiais
da verdade não perdoaram também a História do Brasil. Os movimentos
pré-independentistas — como as Conjurações Mineira e Baiana — não existiram, ao
menos no novo currículo. As transformações do século XIX, a economia cafeeira,
a transição para a industrialização foram desconsideradas, assim como a relação
entre as diversas constituições e o momento histórico do país, isto só para ficar
em alguns exemplos.
Mas, afinal, o
que os alunos vão estudar? No primeiro ano, “mundos ameríndio, africanos e
afro-brasileiros.” Qual objetivo? “Analisar a pluralidade de concepções
históricas e cosmológicas de povos africanos, europeus e indígenas relacionados
a memórias, mitologias, tradições orais e a outras formas de conhecimento e de
transmissão de conhecimento.” E também: “interpretar os movimentos sociais
negros e quilombolas no Brasil contemporâneo, estabelecendo relações entre
esses movimentos e as trajetórias históricas dessas populações, do século XIX
ao século XXI.” Sem esquecer de “valorizar e promover o respeito às culturas
africanas, afro-americanas (povos negros das Américas Central e do Sul) e
afro-brasileiras, percebendo os diferentes sentidos, significados e
representações de ser africano e ser afrobrasileiro.”
No segundo ano
— quase uma repetição do primeiro — o estudo é sobre os “mundos americanos.”
Objetivo: “analisar a pluralidade de concepções históricas e cosmológicas das
sociedades ameríndias a memórias, mitologias, tradições e outras formas de
construção e transmissão de conhecimento, tais como as cosmogonias inca, maia,
tupi e jê.” Ao imperialismo americano, claro, é dado um destaque especial. Como
contraponto, devem ser estudadas as Revoluções Boliviana e Cubana; sim, são
exemplos de democracia. E, no caso das ditaduras, a sugestão é analisar o Chile
de Pinochet — de Cuba, nem tchum.
No terceiro
ano, chegamos aos “mundos europeus e asiáticos.” Se a Guerra Fria foi ignorada,
não foi deixado de lado o estudo da migração japonesa para o Paraguai na
primeira metade do século XX (?). O panfletarismo fica escancarado quando
pretende “problematizar as juventudes, discutindo massificação cultural,
consumo e pertencimentos em diversos espaços no Brasil e nos mundos europeus e
asiáticos nos séculos XX e XXI.” Ou quando propõe “relacionar as sociedades
civis e os movimentos sociais aos processos de participação política nos mundos
europeus e asiáticos, nos séculos XX e XXI, comparando-os com o Brasil
contemporâneo.”
Quem assina o
documento é o ex-ministro da Educação Renato Janine Ribeiro, um especialista
brasileiro em Thomas Hobbes. Porém, Hobbes ou o momento em que viveu (o século
XVII inglês) são absolutamente ignorados pelos comissários-educadores. Para
eles, de nada vale conhecer Hobbes, Locke, Platão, Montesquieu, Tocqueville,
Maquiavel, Rousseau ou Sócrates. São pensadores do mundo europeu. O que importa
são as histórias ameríndias, africanas e afro-brasileiras.
O documento
está recheado de equívocos, exemplos estapafúrdios, de panfletarismo barato, de
desconhecimento da História. Os programas dos cursos universitários de História
foram jogados na lata de lixo e há um evidente descompasso com a nossa produção
historiográfica. A proposta é um culto à ignorância. Nenhuma democracia no
mundo ocidental tem um currículo como esse. Qual foi a inspiração? A Bolívia de
Morales? A Venezuela de Chávez? A Cuba de Castro? Ou Lula, aquele que dissertou
sobre a passagem de Napoleão Bonaparte pela China?
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
As Farc, o apocalipse zumbi e a doutrinação ideológica marxista
Jovens brasileiros lutando em uma guerrilha paramilitar de um país estrangeiro que tem como sustentação o sequestro e o narcotráfico?
Isto é algo impensável para muitos pais e mães de família. Sobretudo pelo fato de o narcotráfico ser o principal responsável pela destruição de inúmeras famílias em nosso país. É também algo que nenhum pai, em sã consciência, jamais desejou como objetivo de vida para seus filhos.
Então, o que levou (e leva) estes jovens a abandonarem tudo, inclusive suas famílias, e se aventurarem nesse caminho? A resposta, de tão simples, chega a ser odiosa: nossos filhos estão sendo doutrinados nas escolas.
Desde a alfabetização eles já se vêem recebendo a influência dos valores marxistas. Aprendem, entre outras coisas, que nunca serão capazes de ser alguém na vida porque a sociedade [capitalista] conspira contra eles. Aprendem a se fazer de vítimas de uma maquinação diabólica implantada em suas cabeças. E, mais do que isso, aprendem que a única forma de se livrarem destas "AMARRAS" fantasiosas é LUTANDO (literalmente mesmo). Mas, como estas amarras não são reais, contra o que iriam lutar? Outra resposta simples: contra tudo aquilo que lhes disserem que devem lutar.
Nossas crianças estão sendo ensinadas a ver o mundo com olhos turvos, sem poderem distinguir, dentre as fracas imagens que lhe chegam, qual é a real e qual é a cópia tosca da real. Em outras palavras, estão sendo preparados para serem usados para um propósito que não lhes é dado conhecer.
Cena do seriado "The Walking Dead" - 6ª temporada, onde vemos a personagem Sacha "entregue" aos zumbis em uma vala, antes de enterrá-los
Mas esta doutrinação, para ser completa e totalmente eficiente, não deve acontecer somente nas escolas - e não acontece. Ela permeia todo o tecido social, estando presente em todos os lugares aonde vamos e para onde desviamos a nossa atenção: nos livros, nas revistas, nas novelas, nos filmes e nas músicas. E para fechar o ciclo, nas igrejas.
Assim como acontece na trama "The Walking Dead" onde toda a humanidade fora contaminada por um vírus capaz de transformar todos nós em zumbis - mesmo que não sejamos mordidos por outros zumbis -, nós também estamos contaminados, de alguma forma, por esta doutrina. No caso do seriado, o vírus é "desconhecido", mas sabe-se da sua existência e do que ele é capaz. Já no nosso caso o "vírus" é conhecido apenas por alguns contaminados, enquanto que os outros, apesar de já terem ouvido falar a seu respeito, se negam a acreditar em sua existência e na sua virulência. No nosso caso, também temos conhecimento de sua "mais recente" MUTAÇÃO (aquilo que faz com que um vírus se torne resistente tanto à imunidade natural quanto às medicações já usadas em seu combate): trata-se da cepa do "politicamente correto" - do latim politice recte.
A penetração viral em nossa sociedade é tal que conseguiu transformá-la radicalmente em poucas décadas, sendo que qualquer transformação social se efetua normalmente no intervalo de alguns séculos. Algumas mudanças foram boas, mas outras, sobretudo as mais recentes, desastrosas. Comparáveis à uma chaga cancerígena.
O vídeo acima é um pequeno exemplo de como a mensagem marxista é perfeitamente passível de ser transmitida de forma subliminar. A primeira vista parece um documentário isento de terceiras intenções, mas ao olhar mais de perto, e compará-lo com a agenda marxista, a isenção cai por terra.
Mas por que não percebemos esta manipulação? Simples: são dadas informações "maquiadas" para assim serem tomadas como certas. Como? Ora, tais informações são permeadas de meias verdades: pega-se um determinado fato concreto e o analisa-se a partir de pressupostos falsos.
Na verdade não é tão difícil perceber o jogo de palavras utilizado para se realizar tal manipulação. O documentário se propõe a desmascarar a condição servil da humanidade em relação ao mundo moderno. Afirma que nosso sistema é totalitário por nos obrigar a consumir cada vez mais. Em outra palavras, somos vítimas do mercado e não consumidores que necessitam de determinados produtos. "Esquece-se" de dizer que enquanto consumidores não compramos o que não nos interessa, por mais que a propaganda tente nos convencer do contrário. Tanto é que qualquer produtor que queira ser um vencedor na sua área deve estar atento ao seu cliente, o MERCADO CONSUMIDOR.
Se não resistimos ao chocolate e saímos da dieta a culpa não é do chocolate, mas inteiramente nossa.
O marxismo é exatamente isso: uma teoria que culpa os outros pelo nosso fracasso e que propõe como solução a 'SOCIALIZAÇÃO" do sucesso dos outros. Mas infelizmente não dá para socializarmos o corpinho sarado de quem malha disciplinarmente todos os dias com aquele que se presta a ficar o dia todo de frente à televisão assistindo futebol. Mas isto os marxistas não dizem.
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sábado, 22 de agosto de 2015
Afinal, a verdade existe?
A faculdade me negou o direito de conhecer as duas faces de uma mesma moeda me mostrando apenas uma.
Quando eu não entendia ou discordava de alguma coisa, era levada a acreditar que não tinha maturidade suficiente para compreender o que estava em discussão. Achava-me burra - coisa que professores e colegas sutilmente reafirmavam. Certa vez cheguei a ouvir de uma amiga: “Suas categorias de análise estão deturpadas. Falta-lhe muita leitura”.
Anos atrás fiz outra faculdade e, como não poderia deixar de ser, apesar de se tratar de outro curso e outra Universidade, lá estava o predomínio do viés marxista. Desta forma não é de se admirar que só recentemente, DEPOIS DE ALGUMA LEITURA DE CUNHO DIVERSO, é que estou começando a perceber que todas as minhas discordâncias com relação ao que via nas salas de aula não eram fruto do que costumavam taxar de imaturidade intelectual ou desconhecimento da realidade – às vezes até “dificuldade de apreensão da mesma”. Pelo contrário, tratava-se de uma forma inconsciente de recusar o que para mim não fazia sentido. É-me difícil aceitar o que não faz sentido, não importando o que seja ou de onde venha. Ainda hoje me recordo de uma passagem onde atraí para mim olhares raivosos de toda sala de aula porque tive o disparate de discordar do que o autor de um livro dizia. E vejam que foi uma discordância insignificante. A professora se resumiu a me forçar a ler e reler o trecho do qual discordara imaginando que isto me faria mudar de opinião... Não deu certo.
Apesar desta minha “desconfiança” a respeito da coerência teórica adotada pelos textos analisados – algo que me perseguiu durante todo o período em que estive na academia –, só agora percebo que eu não era tão burra quanto imaginava. Porém, há que se destacar um ponto que fugira desta minha confusão mental nos textos de viés marxista: houve um livro que jamais me levou a duvidar da minha capacidade de absorção da “cultura superior” – o "Relativisando" do Roberto Da Matta. Consta ali um discurso totalmente inebriante com relação à verdade. Este livro traz exatamente o posicionamento criticado pelo "Maro Filósofo" no vídeo abaixo. Contudo, quando li fiquei encantada com a defesa da ideia de que a verdade seria algo relativo e, portanto, algo inexistente. Assim sendo, não parei para analisar o absurdo da alegação.
Aquela afirmativa fazia de mim uma pessoa menos burra, posto haverem pessoas mais burras do que eu. Dá para perceber porque eu gostei tanto? No momento pouco importou a lógica presente em tal afirmativa. Mais urgente era meu sentimento de inferioridade que deveria ser contraposto. Fui enganada e aceitei de bom grado a mentira que me contaram porque ela me chegou em hora apropriada... E é assim, por meio de subterfúgios teóricos, que a ideologia marxista se apropria de nossas mentes sem que nos demos conta. Convém ressaltar que este foi o único texto que li, durante o meu processo de lavagem cerebral, que não só entendi, mas também julguei coerente. Felizmente, descubro hoje eu não era um caso perdido.
segunda-feira, 20 de julho de 2015
LAVAGEM CEREBRAL - Como funciona a propaganda político/ideológica
Quando vejo esta manipulação da opinião popular a respeito dos reais acontecimentos e das reais intenções de um governo, fica fácil para mim entender como aconteceu o nazismo na Alemanha. Antes eu não entendia como uma nação inteira pode se deixar enganar pelo discurso de Hitler. Apesar de haver estudado e lido a respeito da propaganda política realizada pelo Ministério da Propaganda nazista, na figura de Goebels, eu não entendia como isto havia sido possível. Goelbels tem uma frase famosa: DIGA UMA MENTIRA MIL VEZES E ELA SE TORNARÁ UMA VERDADE. Bem, Hitler não assumiu o papel de líder da noite para o dia, mas foi galgando sua posição paulatinamente dentro de cargos de comando e de influência no governo.
Aqui, na América Latina, a influencia das idéias marxistas começou na época dos regimes militares mesmo. Os comunistas assumiram posições táticas em diferentes locais na sociedade - locais estratégicos em relação à difusão de idéias: mídia, universidades, cultura e política. A partir desdes locais passaram a influenciar as novas gerações contando a sua versão de fatos, inclusive modificando a historia para corroborar suas afirmações. Foi um processo lento mas eficiente.
Hoje as pessoas acreditam que ser de esquerda é "legal" e ser de direita e algo como "ter parte com o diabo". Acreditam que a esquerda é boa e a direita é má. Acreditam que a esquerda só quer o bem da humanidade e a direita o oposto. Acreditam que a esquerda é democrática e a direita ditadora.
Na verdade, a esquerda prega um governo que não admite a liberdade individual porque não há liberdade para nada, sequer para se escolher a profissão, onde morar, o que comprar, para onde ir. A esquerda trata a população como alguém que não sabe o que quer e que por isso precisa de alguém para decidir o que melhor para ela.
Um dado interessante sobre os comunistas é a sua capacidade de "mudança de tática". A esquerda pregava a ditadura do proletariado, mas, quando percebeu que os trabalhadores se tornavam, SEGUNDO ELA, preguiçosa e acomodada a medida que conquistava melhores condições de vida (se tornava classe média), passou a tacar em outros flancos. O alvo agora eram as minorias, esta sim seria a "classe" capaz de levar a cabo a revolução socialista. Passaram então a defender a ditadura das minorias, em outras palavras, o politicamente correto.
Este vídeo que estou comentando é pura propaganda ideológica do governo Maduro. Para obter a aprovação da população venezuelana a propaganda política criou um fato: a perseguição americana. Este fato serve como pretexto para unir a população contra um inimigo comum - que não é o real (o próprio governo). É a mesma tática de Fidel castro que desde que se tornou líder em Cuba vem acusando os estados Unidos de todos os males que acontecem na ilha.
Só acredita quem não conhece a verdade e é por isso que a mídia é tão importante.
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terça-feira, 14 de julho de 2015
Os 50 tons da pedofilia
Pesquisar a respeito da pedofilia na internet é algo que requer grande atenção e empenho por parte daquele que se propõe a tal tarefa. Existem certos detalhes que podem passar despercebidos mesmo aos olhos mais atentos. O site Turminha do MP*, por exemplo, não deixa claro qual a posição oficial deste em relação à caracterização da pedofilia. Enquanto que aqui diz “pedofilia em si não é crime”, aqui se contradiz: “[pedofilia] é o crime de abuso e exploração sexual das crianças e adolescentes. Aquele que comete crime de pedofilia é chamado de pedófilo". Já o tão suspeito Humaniza Redes** é categórico ao afirmar que "NEM TODAS" as pessoas que abusam de crianças e adolescentes são pedófilas, e ainda vai mais longe quando afirma que o pedófilo só passa a existir a partir do diagnóstico de profissional psiquiátrico e que o que caracteriza o crime contra a criança não é a pedofilia, mas o ato da exploração sexual.
- Ora, segundo o dicionário Aurélio a pedofilia é um distúrbio psicossexual em que o indivíduo sente necessidade imediata, repetida e imperiosa de
ter ATIVIDADES SEXUAIS e FANTASIAS SEXUAIS com crianças pré-púberes. Logo, todo aquele indivíduo que se enquadre neste contexto é um pedófilo. Neste sentido, o esforço em se comparar o pedófilo e o adulto que abusa de uma criança (por exemplo: o pai ou a mãe que vende a filha pré-púbere como prostituta) para, em seguida, afirmar que o primeiro não passa de uma vítima de transtorno psicológico é uma estratégia manipulatória cuja finalidade única é a defesa de uma posição que favorece o ponto de vista do pedófilo... Ao que parece os pedófilos são a próxima "minoria" na lista dos coitadinhos apoiados pela esquerda. Já imagino o DIA DO ORGULHO PEDÓFILO.
É neste ponto estratégico que o tema da pedofilia e o livro BDSM*** "50 Tons de Cinza" se interligam. A obra de E. L. James foi aclamada pela crítica e muitos chegaram a classificá-la como romance. O que acontece, porém, é que se trata de um livro que faz apologia ao maltrato sexual, mas que, ao contar a história a partir da perspectiva da "vítima"(que certamente tem vários problemas psicológicos) a autora aproveita para distorcer os fatos e assim transmitir a fantasia de uma jovem tímida, recatada e insegura que se envolve com um homem lindo, rico e poderoso, mas com um certo desvio de conduta. Nesta fantasia, inconcebível no mundo real, a personagem frágil e delicada consegue transformar o personagem forte e dominador atravez do amor... SERIA LINDO SE NÃO FOSSE PURA FANTASIA. Qualquer um com um mínimo de bom senso saberia que tal façanha seria comparável a se "transformar" um homosexual em heterosexual. Só uma mente totalmente sem noção cairia numa dessa... Só que muita gente caiu.
A manipulação dos incaltos a respeito da noção de pedofilia começa com a divulgação de pesquisas de "profissionais" da área do estudo do comportamento. Já existem trabalhos que afirmam que o pedófilo só tem amor para dar. Estes mesmos "profissionais da área" alegam que a sexualidade é instintiva e não algo que se desenvolva com a idade. Em outras palavras, afirma-se que a sexualidade humana é algo inconsciente e ao mesmo tempo reprimida e, por este motivo, negá-la seria uma violência contra nós mesmos. Vejam bem, esta é a visão que os pedófilos têm da sexualidade porque quando sentem atração por crianças acreditam que as crianças também sintam atração por eles - na visão de mundo deles as crianças são sexualizadas. Desta forma, o que está se fazendo é atribuindo à criança características que ela não tem, mas que necessitam ser imputadas a elas para que o pedófilo passe a ser visto como uma pessoa "normal". É isso o que explica as tais cartilhas distribuídas pelo Governo Federal nas escolas públicas do país.
A manipulação dos incaltos a respeito da noção de pedofilia começa com a divulgação de pesquisas de "profissionais" da área do estudo do comportamento. Já existem trabalhos que afirmam que o pedófilo só tem amor para dar. Estes mesmos "profissionais da área" alegam que a sexualidade é instintiva e não algo que se desenvolva com a idade. Em outras palavras, afirma-se que a sexualidade humana é algo inconsciente e ao mesmo tempo reprimida e, por este motivo, negá-la seria uma violência contra nós mesmos. Vejam bem, esta é a visão que os pedófilos têm da sexualidade porque quando sentem atração por crianças acreditam que as crianças também sintam atração por eles - na visão de mundo deles as crianças são sexualizadas. Desta forma, o que está se fazendo é atribuindo à criança características que ela não tem, mas que necessitam ser imputadas a elas para que o pedófilo passe a ser visto como uma pessoa "normal". É isso o que explica as tais cartilhas distribuídas pelo Governo Federal nas escolas públicas do país.
Guilherme Schele - Procurador da República
* O site Turminha do MPF foi totalmente idealizado, criado e finalizado pelos servidores da Secretaria de Comunicação Social da Procuradoria Geral da República.
** O site Humaniza Redes é de responsabilidade da Secretaria de Direitos Humanos do Governo Federal.
*** BDSM (Bondage, Disciplina, Dominação, Submissão, Sadismo e Masoquismo)
** O site Humaniza Redes é de responsabilidade da Secretaria de Direitos Humanos do Governo Federal.
*** BDSM (Bondage, Disciplina, Dominação, Submissão, Sadismo e Masoquismo)
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