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terça-feira, 17 de janeiro de 2017
LEGALIZAR AS DROGAS - ESSA É A PROPOSTA DO GOVERNO PARA ACABAR COM A MATANÇA NOS PRESÍDIOS
Quando eu digo que as esquerdas brasileiras estão mancomunadas com o narcotráfico muita gente torce o nariz, mas aí está a prova de que minhas afirmações não estão assim tão distantes da realidade.
As facções do narcotráfico em disputa pelo controle dos presídios e das rotas internacionais do tráfico de drogas estão tão ligadas aos nossos políticos que estes não estão fazendo nada para parar a carnificina nos presídios. Ao contrário, toda vez que algum representante do governo vem a público é para dizer que está tudo "pacificado".
NA VERDADE ESTÁ "TUDO DOMINADO".
O nosso governo, de ideologia de esquerda, só fala em INDENIZAÇÃO DAS FAMÍLIAS dos meliantes... E agora, para fechar com chave de ouro a discussão, começaram a falar em descriminalizar a maconha.
Percebem a ligação?
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quarta-feira, 17 de junho de 2015
Porque o governo brasileiro queria tanto que a Copa do Mundo fosse realizada no Brasil?
Ano passado o deputado Ônyx Lorenzone, do Democratas-RS, denunciou a decisão do então ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, de suspender a consulta prévia para concessão de visto de países como Afeganistão, Irã, Iraque, Jordania, Líbano, Líbia, Palestina, Paquistão e Síria. A desculpa era a Copa do Mundo. Ao mesmo tempo, ainda preocupando-se com a Copa, discutia-se no Senado a aprovação de uma lei contra o terrorismo, mas a discussão esbarrou com a preocupação - dos partidos de esquerda - de que tal legislação viesse a criminalisar protestos de movimentos sociais (Por exemplo: MST, MTST, CUT, Sindicatos). Em outras palavras, estes partidos, por temor de que a lei antiterrorismo fosse aplicada para punir vândalos e baderneiros que atuam em protestos protagonizados por eles, impediram o progresso das discussões.
Acontece que, no final do mês passado (24/abril), em Brasília, a Polícia Federal (PF) realizou uma rara operação contra alvos suspeitos de envolvimento com terrorismo. O Grupo Antibomba também participou desta operação que, em função de sua natureza, está ocorrendo em sigilo. O alvo foi o apartamento do advogado Marcelo Bulhões dos Santos, que é um brasileiro convertido ao islamismo de corrente sunita e frequenta a mesquita da Capital Federal. Há indícios de sua ligação com extremistas e suspeita-se de sua cumplicidade com terroristas.
Marcelo Bulhões já trabalhou na Casa Civil da Presidência da República durante a gestão de Dilma Rousseff e foi funcionário da própria Polícia Federal. De seu apartamento foram apreendidos documentos e materiais eletrônicos para serem analisados. Órgãos da Inteligência do governo já encaminharam relatórios apontando para tentativas da organização terrorista Estado Islâmico (EI), que ocupa parte do território iraquiano e sírio, em cooptar brasileiros (vejam links 1 e 2) e alertando para a necessidade de uma lei antiterror (link). Os brasileiros cooptados pelo terrorismo seriam usados para atuar como "lobos solitários" - extremistas que, estando fora das listas de procurados, gozam de maior mobilidade e são capazes de fazer atentados isolados e imprevisíveis em diferentes países. Contudo, mais uma vez os partidos de esquerda se meteram a atrapalhar o andamento das discussões. Eles exigiram uma audiência pública - que ainda não foi agendada - sobre o tema, com o intuito de barrar mais uma vez a continuidade das conversações que já estavam em curso.
Assim, enquanto o assunto terrorismo segue descriminalizado, atos tratados em qualquer país democrático como "ato de terror", no Brasil são julgados como crime acessório. No caso mesmo do senhor Bulhões, a justiça brasileira só poderá puni-lo por crimes como estelionato e falsificação de documentos.
Há mais de um ano, graças à desculpa da Copa do Mundo, o Brasil vem facilitando a entrada de estrangeiros provenientes de países onde há a atuação e treinamento de integrantes de organizações terroristas. O visto de entrada para qualquer cidadão destes países está sendo concedido de forma automática, sem o menor contole e de forma legal.
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sábado, 25 de abril de 2015
Por que virar à direita?
"Os brasileiros assistem perplexos a mais um escândalo de corrupção protagonizado pelo Partido dos Trabalhadores."
Esta seria uma frase tentadora para se iniciar uma converça a respeito dos escândalos de desvio de dinheiro conduzidos pelo PT; mas, ao empregá-la cairia-se no erro de usar, não uma constatação enfadonha, mas um "chavão clichê". É inquestionável que a nação está horrorizada com o fato de haver sido discaradamente ludibriada por um partido político que se dizia imaculado. É inquestionável que este mesmo partido político nasceu e cresceu paltado na idéia de que seus membros (sobretudo seu maior articulador) seriam os únicos capazes de "levar a Nação a cumprir sua vocação". É inquestionável que todo este discurso nunca passou de uma enorme propaganda enganosa.
Então, por que afirmar ser este um clichê?
Porque nós brasileiros já percebemos que caimos no conto da carochinha e, de certa maneira, já esperávamos por isso. É claro que não desejavamos, mas quando o milagre é demais... Acredito que o que está acontecendo com os brasileiros não seja uma revolta com os políticos e suas atitudes porque eles sempre desconfiaram dos políticos. Esta é sim a vontade de "tomar as rédeas", de dizer "não aceitamos mais", "não permitiremos mais".
Os eleitores sempre foram de alguma forma manobrados pelos políticos... E sempre souberam disso. Neste momento, porém, os ladrões tocaram diretamente no nosso orgulho: a Petrobras. Mexeram aonde não deviam. E como mexeram.
Desta vez será difícil "convencer" o eleitor (porque não dizer os brasileiros?) que "FOI SEM QUERER QUERENDO". Que pretendem maneirar na "captação de recursos"... E a razão para isso é muito simples: o Brasileiro se sente aviltado, traído, humilhado.
Como uma esposa traída, o Brasil clama por vingança e espera que a justiça seja feita. O Brasil quer ver os traidores na cadeia. Quer que eles sofram. Que eles paguem.
O pedido de impeachment pode ser recusado, apesar de ser cabível. Pode não ser aprovado, apesar de ser factível. Mas o PT, na figura de sua atual representante na Presidência da República, não concuirá este mandato.
O Lula se diz em estado de guerra. Bem, os brasileiros estão prontos para enfrentar esta guerra.
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