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sábado, 5 de março de 2016

COMUNISTAS X PATRIOTAS


Comunistas não têm pátria, por isso só respeitam a bandeira vermelha - a bandeira do comunismo.

Comunistas não são brasileiros, venezuelanos, cubanos, bolivianos ou seja lá o que for - eles se acham pertencentes à "PÁTRIA GRANDE".

Comunistas não respeitam a opinião alheia - elas são perigosas.

Comunistas não permitem que quem pensa diferente ouse se manifestar - devem ser calados pois são uma ameaça à sua ideologia.

Comunistas atacam aqueles que deles discordam - acreditam que estes mereçam punição condizente ao agravo.

Comunistas não são democráticos - não permitem a diferença.

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

As Farc, o apocalipse zumbi e a doutrinação ideológica marxista


Jovens brasileiros lutando em uma guerrilha paramilitar de um país estrangeiro que tem como sustentação o sequestro e o narcotráfico?

Isto é algo impensável para muitos pais e mães de família. Sobretudo pelo fato de o narcotráfico ser o principal responsável pela destruição de inúmeras famílias em nosso país. É também algo que nenhum pai, em sã consciência, jamais desejou como objetivo de vida para seus filhos.

Então, o que levou (e leva) estes jovens a abandonarem tudo, inclusive suas famílias, e se aventurarem nesse caminho? A resposta, de tão simples, chega a ser odiosa: nossos filhos estão sendo doutrinados nas escolas.

Desde a alfabetização eles já se vêem recebendo a influência dos valores marxistas. Aprendem, entre outras coisas, que nunca serão capazes de ser alguém na vida porque a sociedade [capitalista] conspira contra eles. Aprendem a se fazer de vítimas de uma maquinação diabólica implantada em suas cabeças. E, mais do que isso, aprendem que a única forma de se livrarem destas "AMARRAS" fantasiosas é LUTANDO (literalmente mesmo). Mas, como estas amarras não são reais, contra o que iriam lutar? Outra resposta simples: contra tudo aquilo que lhes disserem que devem lutar.

Nossas crianças estão sendo ensinadas a ver o mundo com olhos turvos, sem poderem distinguir, dentre as fracas imagens que lhe chegam, qual é a real e qual é a cópia tosca da real. Em outras palavras, estão sendo preparados para serem usados para um propósito que não lhes é dado conhecer.


 Cena do seriado "The Walking Dead" - 6ª temporada, onde vemos a personagem Sacha "entregue" aos zumbis em uma vala, antes de enterrá-los

Mas esta doutrinação, para ser completa e totalmente eficiente, não deve acontecer somente nas escolas - e não acontece. Ela permeia todo o tecido social, estando presente em todos os lugares aonde vamos e para onde desviamos a nossa atenção: nos livros, nas revistas, nas novelas, nos filmes e nas músicas. E para fechar o ciclo, nas igrejas.

Assim como acontece na trama "The Walking Dead" onde toda a humanidade fora contaminada por um vírus capaz de transformar todos nós em zumbis - mesmo que não sejamos mordidos por outros zumbis -, nós também estamos contaminados, de alguma forma, por esta doutrina. No caso do seriado, o vírus é "desconhecido", mas sabe-se da sua existência e do que ele é capaz. Já no nosso caso o "vírus" é conhecido apenas por alguns contaminados, enquanto que os outros, apesar de já terem ouvido falar a seu respeito, se negam a acreditar em sua existência e na sua virulência. No nosso caso, também temos conhecimento de sua "mais recente" MUTAÇÃO (aquilo que faz com que um vírus se torne resistente tanto à imunidade natural quanto às medicações já usadas em seu combate): trata-se da cepa do "politicamente correto" - do latim politice recte.

A penetração viral em nossa sociedade é tal que conseguiu transformá-la radicalmente em poucas décadas, sendo que qualquer transformação social se efetua normalmente no intervalo de alguns séculos. Algumas mudanças foram boas, mas outras, sobretudo as mais recentes, desastrosas. Comparáveis à uma chaga cancerígena.


 
O vídeo acima é um pequeno exemplo de como a mensagem marxista é perfeitamente passível de ser transmitida de forma subliminar. A primeira vista parece um documentário isento de terceiras intenções, mas ao olhar mais de perto, e compará-lo com a agenda marxista, a isenção cai por terra.

Mas por que não percebemos esta manipulação? Simples: são dadas informações "maquiadas" para assim serem tomadas como certas. Como? Ora, tais informações são permeadas de meias verdades: pega-se um determinado fato concreto e o analisa-se a partir de pressupostos falsos.

Na verdade não é tão difícil perceber o jogo de palavras utilizado para se realizar tal manipulação. O documentário se propõe a desmascarar a condição servil da humanidade em relação ao mundo moderno. Afirma que nosso sistema é totalitário por nos obrigar a consumir cada vez mais. Em outra palavras, somos vítimas do mercado e não consumidores que necessitam de determinados produtos. "Esquece-se" de dizer que enquanto consumidores não compramos o que não nos interessa, por mais que a propaganda tente nos convencer do contrário. Tanto é que qualquer produtor que queira ser um vencedor na sua área deve estar atento ao seu cliente, o MERCADO CONSUMIDOR.

Se não resistimos ao chocolate e saímos da dieta a culpa não é do chocolate, mas inteiramente nossa.

O marxismo é exatamente isso: uma teoria que culpa os outros pelo nosso fracasso e que propõe como solução a 'SOCIALIZAÇÃO" do sucesso dos outros. Mas infelizmente não dá para socializarmos o corpinho sarado de quem malha disciplinarmente todos os dias com aquele que se presta a ficar o dia todo de frente à televisão assistindo futebol. Mas isto os marxistas não dizem.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Porque o governo brasileiro queria tanto que a Copa do Mundo fosse realizada no Brasil?




Ano passado o deputado Ônyx Lorenzone, do Democratas-RS, denunciou a decisão do então ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, de suspender a consulta prévia para concessão de visto de países como Afeganistão, Irã, Iraque, JordaniaLíbano, Líbia, Palestina, Paquistão e Síria. A desculpa era a Copa do Mundo. Ao mesmo tempo, ainda preocupando-se com a Copa, discutia-se no Senado a aprovação de uma lei contra o terrorismo, mas a discussão esbarrou com a preocupação - dos partidos de esquerda - de que tal legislação viesse a criminalisar protestos de movimentos sociais (Por exemplo: MST, MTST, CUT, Sindicatos). Em outras palavras, estes partidos, por temor de que a lei antiterrorismo fosse aplicada para punir vândalos e baderneiros que atuam em protestos protagonizados por eles, impediram o progresso das discussões.




Acontece que, no final do mês passado (24/abril), em Brasília, a Polícia Federal (PF) realizou uma rara operação contra alvos suspeitos de envolvimento com terrorismo. O Grupo Antibomba também participou desta operação que, em função de sua natureza, está ocorrendo em sigilo. O alvo foi o apartamento do advogado Marcelo Bulhões dos Santos, que é um brasileiro convertido ao islamismo de corrente sunita e frequenta a mesquita da Capital Federal. Há indícios de sua ligação com extremistas e suspeita-se de sua cumplicidade com terroristas.


Marcelo Bulhões já trabalhou na Casa Civil da Presidência da República durante a gestão de Dilma Rousseff e foi funcionário da própria Polícia Federal. De seu apartamento foram apreendidos documentos e materiais eletrônicos para serem analisados. Órgãos da Inteligência do governo já encaminharam relatórios apontando para tentativas da organização terrorista Estado Islâmico (EI), que ocupa parte do território iraquiano e sírio, em cooptar brasileiros (vejam links 1 e 2) e alertando para a necessidade de uma lei antiterror (link). Os brasileiros cooptados pelo terrorismo seriam usados para atuar como "lobos solitários" - extremistas que, estando fora das listas de procurados, gozam de maior mobilidade e são capazes de fazer atentados isolados e imprevisíveis em diferentes países. Contudo, mais uma vez os partidos de esquerda se meteram a atrapalhar o andamento das discussões. Eles exigiram uma audiência pública - que ainda não foi agendada - sobre o tema, com o intuito de barrar mais uma vez a continuidade das conversações que já estavam em curso.


Assim, enquanto o assunto terrorismo segue descriminalizado, atos tratados em qualquer país democrático como "ato de terror", no Brasil são julgados como crime acessório. No caso mesmo do senhor Bulhões, a justiça brasileira só poderá puni-lo por crimes como estelionato e falsificação de documentos.


Há mais de um ano, graças à desculpa da Copa do Mundo, o Brasil vem facilitando a entrada de estrangeiros provenientes de países onde há a atuação e treinamento de integrantes de organizações terroristas. O visto de entrada para qualquer cidadão destes países está sendo concedido de forma automática, sem o menor contole e de forma legal.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Mais notícias a respeito dos interesses escusos por traz da Copa de 2014


Lembram-se de quando postei aqui um vídeo do deputado Ônyx Lorenzoni falando a respeito da decisão do governo brasileiro de facilitar a entrada de extremistas islãmicos no Brasil? Isto aconteceu no ano passado antes da realização da Copa do Mundo e a "desculpa"para isso era a tal da copa que o Lula tanto queria que viesse para o Brasil.


Na ocasião eu disse acreditar que o empenho do Lula em trazer esta festividade para cá nunca tivesse tido nada a ver com o "respeito" deste senhor pela paixão dos brasileiros pelo futebol, mas sim com a intenção única de usar estes jogos como pretesto para abrir as nossas fronteiras para os aliados do Foro de São Paulo - não exatamente com essas palavras, mas foi o que eu quis dizer.

Bem, desde esta data nossas fronteiras estão escancaradas para estes terroristas... E ontem chegou à imprensa uma notícia que me deixou muito assustada: o pró-reitor da Universidade Federal de Santa Maria (RS), José Fernando Schlosser, enviou um ofício aos responsáveis pelos cursos de pós-graduação pedindo urgência desta na informação sobre a presença de discentes e/ou docentes nos respectivos cursos. A resposta ao ofício poderia, inclusive, ser enviada via e-mail. Segundo este mesmo ofício, o pedido "atende a solicitação de requerimento de representantes da SEDUFS, ASSUFMS, DCE e Comitê Santamarinense de solidariedade ao povo palestino".

Qual o interesse do sindicato dos docentes, da associação dos servidores, do diretório dos  estudantes e do tal "comitê de solidariedade ao povo palestino" em apontar quem são os israelenses presentes na instituição?... Esta é uma instituição federal e por este motivo eu acredito que o mais correto seria concluir que o real interessado no levantamento desta informação não seja nenhum dos sujeitos listados no ofício, mas o próprio governo federal. O porque deste interesse é algo que ainda não posso provar materialmente.

Reinaldo Azevedo tem uma opinião diferente: