Mostrando postagens com marcador Educação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Educação. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

A REVOLUÇÃO CULTURAL DO PT

Fonte: O Globo - texto do historiador Marco Antonio Villa




O Ministério da Educação está preparando uma Revolução Cultural que transformará Mao Tsé-Tung em um moderado pedagogo, quase um “reacionário burguês.” Sob o disfarce de “consulta pública”, pretende até junho “aprovar” uma radical mudança nos currículos dos ensinos fundamental e médio — antigos primeiro e segundo graus. Nem a União Soviética teve coragem de fazer uma mudança tão drástica como a “Base Nacional Comum Curricular.”

No caso do ensino de História, é um duro golpe. Mais ainda: é um crime de lesa-pátria. Vou comentar somente o currículo de História do ensino médio. Foi simplesmente suprimida a História Antiga. Seguindo a vontade dos comissários-educadores do PT, não teremos mais nenhuma aula que trata da Mesopotâmia ou do Egito. Da herança greco-latina os nossos alunos nada saberão. A filosofia grega para que serve? E a democracia ateniense? E a cultura grega? E a herança romana? E o nascimento do cristianismo? E o Império Romano? Isto só para lembrar temas que são essenciais à nossa cultura, à nossa história, à nossa tradição.



Mas os comissários-educadores — e sua sanha anticivilizatória — odeiam também a História Medieval. Afinal, são dez séculos inúteis, presumo. Toda a expansão do cristianismo e seus reflexos na cultura ocidental, o mundo islâmico, as Cruzadas, as transformações econômico-políticas, especialmente a partir do século XI, são desprezadas. O Renascimento — em todas as suas variações — foi simplesmente ignorado. Parece mentira, mas, infelizmente, não é. Mas tem mais: a Revolução Industrial não é citada uma vez sequer, assim como a Revolução Francesa ou as revoluções inglesas do século XVII.

O apagamento da História, ao estilo Ministério da Verdade de “1984,” não perdoou a história dos Estados Unidos — neste caso, abriu exceção somente para a região onde esteve presente a escravidão. Do século XIX europeu, tudo foi jogado na lata de lixo: as unificações alemã e italiana, as revoluções — como a de 1848 —, os dilemas político-ideológicos, as mudanças econômicas, entre outros temas clássicos e indispensáveis à nossa História.


Os policiais da verdade não perdoaram também a História do Brasil. Os movimentos pré-independentistas — como as Conjurações Mineira e Baiana — não existiram, ao menos no novo currículo. As transformações do século XIX, a economia cafeeira, a transição para a industrialização foram desconsideradas, assim como a relação entre as diversas constituições e o momento histórico do país, isto só para ficar em alguns exemplos.

Mas, afinal, o que os alunos vão estudar? No primeiro ano, “mundos ameríndio, africanos e afro-brasileiros.” Qual objetivo? “Analisar a pluralidade de concepções históricas e cosmológicas de povos africanos, europeus e indígenas relacionados a memórias, mitologias, tradições orais e a outras formas de conhecimento e de transmissão de conhecimento.” E também: “interpretar os movimentos sociais negros e quilombolas no Brasil contemporâneo, estabelecendo relações entre esses movimentos e as trajetórias históricas dessas populações, do século XIX ao século XXI.” Sem esquecer de “valorizar e promover o respeito às culturas africanas, afro-americanas (povos negros das Américas Central e do Sul) e afro-brasileiras, percebendo os diferentes sentidos, significados e representações de ser africano e ser afrobrasileiro.”


No segundo ano — quase uma repetição do primeiro — o estudo é sobre os “mundos americanos.” Objetivo: “analisar a pluralidade de concepções históricas e cosmológicas das sociedades ameríndias a memórias, mitologias, tradições e outras formas de construção e transmissão de conhecimento, tais como as cosmogonias inca, maia, tupi e jê.” Ao imperialismo americano, claro, é dado um destaque especial. Como contraponto, devem ser estudadas as Revoluções Boliviana e Cubana; sim, são exemplos de democracia. E, no caso das ditaduras, a sugestão é analisar o Chile de Pinochet — de Cuba, nem tchum.

No terceiro ano, chegamos aos “mundos europeus e asiáticos.” Se a Guerra Fria foi ignorada, não foi deixado de lado o estudo da migração japonesa para o Paraguai na primeira metade do século XX (?). O panfletarismo fica escancarado quando pretende “problematizar as juventudes, discutindo massificação cultural, consumo e pertencimentos em diversos espaços no Brasil e nos mundos europeus e asiáticos nos séculos XX e XXI.” Ou quando propõe “relacionar as sociedades civis e os movimentos sociais aos processos de participação política nos mundos europeus e asiáticos, nos séculos XX e XXI, comparando-os com o Brasil contemporâneo.”


Quem assina o documento é o ex-ministro da Educação Renato Janine Ribeiro, um especialista brasileiro em Thomas Hobbes. Porém, Hobbes ou o momento em que viveu (o século XVII inglês) são absolutamente ignorados pelos comissários-educadores. Para eles, de nada vale conhecer Hobbes, Locke, Platão, Montesquieu, Tocqueville, Maquiavel, Rousseau ou Sócrates. São pensadores do mundo europeu. O que importa são as histórias ameríndias, africanas e afro-brasileiras.


O documento está recheado de equívocos, exemplos estapafúrdios, de panfletarismo barato, de desconhecimento da História. Os programas dos cursos universitários de História foram jogados na lata de lixo e há um evidente descompasso com a nossa produção historiográfica. A proposta é um culto à ignorância. Nenhuma democracia no mundo ocidental tem um currículo como esse. Qual foi a inspiração? A Bolívia de Morales? A Venezuela de Chávez? A Cuba de Castro? Ou Lula, aquele que dissertou sobre a passagem de Napoleão Bonaparte pela China?

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

As Farc, o apocalipse zumbi e a doutrinação ideológica marxista


Jovens brasileiros lutando em uma guerrilha paramilitar de um país estrangeiro que tem como sustentação o sequestro e o narcotráfico?

Isto é algo impensável para muitos pais e mães de família. Sobretudo pelo fato de o narcotráfico ser o principal responsável pela destruição de inúmeras famílias em nosso país. É também algo que nenhum pai, em sã consciência, jamais desejou como objetivo de vida para seus filhos.

Então, o que levou (e leva) estes jovens a abandonarem tudo, inclusive suas famílias, e se aventurarem nesse caminho? A resposta, de tão simples, chega a ser odiosa: nossos filhos estão sendo doutrinados nas escolas.

Desde a alfabetização eles já se vêem recebendo a influência dos valores marxistas. Aprendem, entre outras coisas, que nunca serão capazes de ser alguém na vida porque a sociedade [capitalista] conspira contra eles. Aprendem a se fazer de vítimas de uma maquinação diabólica implantada em suas cabeças. E, mais do que isso, aprendem que a única forma de se livrarem destas "AMARRAS" fantasiosas é LUTANDO (literalmente mesmo). Mas, como estas amarras não são reais, contra o que iriam lutar? Outra resposta simples: contra tudo aquilo que lhes disserem que devem lutar.

Nossas crianças estão sendo ensinadas a ver o mundo com olhos turvos, sem poderem distinguir, dentre as fracas imagens que lhe chegam, qual é a real e qual é a cópia tosca da real. Em outras palavras, estão sendo preparados para serem usados para um propósito que não lhes é dado conhecer.


 Cena do seriado "The Walking Dead" - 6ª temporada, onde vemos a personagem Sacha "entregue" aos zumbis em uma vala, antes de enterrá-los

Mas esta doutrinação, para ser completa e totalmente eficiente, não deve acontecer somente nas escolas - e não acontece. Ela permeia todo o tecido social, estando presente em todos os lugares aonde vamos e para onde desviamos a nossa atenção: nos livros, nas revistas, nas novelas, nos filmes e nas músicas. E para fechar o ciclo, nas igrejas.

Assim como acontece na trama "The Walking Dead" onde toda a humanidade fora contaminada por um vírus capaz de transformar todos nós em zumbis - mesmo que não sejamos mordidos por outros zumbis -, nós também estamos contaminados, de alguma forma, por esta doutrina. No caso do seriado, o vírus é "desconhecido", mas sabe-se da sua existência e do que ele é capaz. Já no nosso caso o "vírus" é conhecido apenas por alguns contaminados, enquanto que os outros, apesar de já terem ouvido falar a seu respeito, se negam a acreditar em sua existência e na sua virulência. No nosso caso, também temos conhecimento de sua "mais recente" MUTAÇÃO (aquilo que faz com que um vírus se torne resistente tanto à imunidade natural quanto às medicações já usadas em seu combate): trata-se da cepa do "politicamente correto" - do latim politice recte.

A penetração viral em nossa sociedade é tal que conseguiu transformá-la radicalmente em poucas décadas, sendo que qualquer transformação social se efetua normalmente no intervalo de alguns séculos. Algumas mudanças foram boas, mas outras, sobretudo as mais recentes, desastrosas. Comparáveis à uma chaga cancerígena.


 
O vídeo acima é um pequeno exemplo de como a mensagem marxista é perfeitamente passível de ser transmitida de forma subliminar. A primeira vista parece um documentário isento de terceiras intenções, mas ao olhar mais de perto, e compará-lo com a agenda marxista, a isenção cai por terra.

Mas por que não percebemos esta manipulação? Simples: são dadas informações "maquiadas" para assim serem tomadas como certas. Como? Ora, tais informações são permeadas de meias verdades: pega-se um determinado fato concreto e o analisa-se a partir de pressupostos falsos.

Na verdade não é tão difícil perceber o jogo de palavras utilizado para se realizar tal manipulação. O documentário se propõe a desmascarar a condição servil da humanidade em relação ao mundo moderno. Afirma que nosso sistema é totalitário por nos obrigar a consumir cada vez mais. Em outra palavras, somos vítimas do mercado e não consumidores que necessitam de determinados produtos. "Esquece-se" de dizer que enquanto consumidores não compramos o que não nos interessa, por mais que a propaganda tente nos convencer do contrário. Tanto é que qualquer produtor que queira ser um vencedor na sua área deve estar atento ao seu cliente, o MERCADO CONSUMIDOR.

Se não resistimos ao chocolate e saímos da dieta a culpa não é do chocolate, mas inteiramente nossa.

O marxismo é exatamente isso: uma teoria que culpa os outros pelo nosso fracasso e que propõe como solução a 'SOCIALIZAÇÃO" do sucesso dos outros. Mas infelizmente não dá para socializarmos o corpinho sarado de quem malha disciplinarmente todos os dias com aquele que se presta a ficar o dia todo de frente à televisão assistindo futebol. Mas isto os marxistas não dizem.

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Carta de um trabalhador rural descontente com a invasão de sua ex-escola por militantes do MST


TIAGO ALVES CORREA CARVALHO DA SILVA
é engenheiro agrônomo pela Escola Superior de Agricultura “Luiz Queiroz” (ESALQ-USP)

Na segunda-feira da semana passada (17/08/2015) a invasão da Fazenda Figueira (Londrina/PR) causou surpresa e revolta em boa parte da comunidade ESALQUEANA. Notas de repudio e declarações de ex-alunos tomaram conta das redes sociais exprimindo a indignação contra este ato bárbaro. A história desta fazenda e de como ela veio a se tornar parte da FEALQ, nos ajuda a compreender a profundidade do abismo moral em que vivemos hoje. Alexandre Von Pritzelwitz assim como Luiz de Queiroz são exemplos de empresários do agronegócio brasileiro, que por espírito de extrema visão e compaixão para com as futuras gerações mudaram o rumo da agricultura nacional e a vida de milhares de estudantes. Se fossem vivos estes senhores provavelmente seriam enquadrados por alguns destes mesmos “estudantes” que se beneficiam de suas doações, dentro do grupo pejorativamente intitulado ruralistas. Esses mesmos, que são atacados dia após dia por essa esquerda abobada, detentora exclusiva da bondade e altruísmo existente entre nós.

De maneira curiosa, alguns ex-alunos que no passado endossaram ações e invasões do MST se posicionaram contrários ao ato na Faz. Figueira. Como avaliar essa mudança repentina de posicionamento? Primeiramente, é provável que a grande maioria dos atuais ex-alunos, por mais desinformados que sejam, já tenha escutado a respeito do trabalho de excelência que vem sendo desenvolvido nesta propriedade. Esta, que é referencia no desenvolvimento de pesquisa na área de pecuária com ênfase em sustentabilidade e conservação ambiental, o que invalida o argumento de propriedade improdutiva.

Mas acredito que exista também um sentimento conflitante nessa situação, algo que um observador externo não conseguiria compreender. Não importa a data de formatura, curso, espectro político ou tipo de moradia estudantil, todos nós temos a escola como sendo um pouquinho nossa. Um sentimento estranho, mas que comungamos ao passar pelo portão principal e ver o busto de Luiz Queiroz e o prédio central imponente ao fundo do gramadão. O coração acelerado no peito e o arrepio dos pelos ao baixar a janela e sentir o vento fresco e úmido da matinha com o cheiro do Pau d’alho. E ver a história da sua vida cruzando na sua frente entre o portão principal e o Flamboyant do laguinho. E agradecer silenciosamente aos céus a oportunidade de ter vivido tudo isso e que, apesar de tantos anos já passados, ainda ter a sensação de estar chegando em casa. Acredito que este sentimento ajude muito a compreender esse comportamento paradoxal.

Apesar dos índices técnicos darem bastante sustentação ao argumento de que esta propriedade definitivamente não é improdutiva, os mesmo s nunca são colocados em consideração quando propriedades alheias são invadidas. Inclusive propriedade que realizam pesquisa de altíssimo nível, bem como faz a Faz. Figueira. Qual a diferença? A diferença é que a justiça social boa é feita com bens alheios, com os nossos nunca!

Agora, imagine se esta situação estivesse acontecendo com a propriedade da sua família. Imagine que seu título e registro de terra fosse mais antigo que a própria ESALQ e tão legítimo quanto a Faz. Figueira. Que você fosse escorraçado como bandido da terra que viu seus avós e seus pais construindo após anos de batalhas. Que você tentasse contar sua história, o quão absurda é esta situação e que seus amigos não conseguissem nem mesmo compreender. Essa é a situação não só da minha família, mas quase 100 outros produtores somente no estado do Mato Grosso do Sul.

A distancia entre o mundo rural e o urbano dificulta a compreensão dessas questões por grande parte da população. A imagem propagandeada Brasil afora é a que nós, produtores rurais, somos todos malévolos exploradores, destruidores do meio ambiente e assassinos de indígenas. A cegueira ideológica não permite que estes propagandistas vejam que somos tão maus ou tão bons como eles próprios. E que nossas propriedades devem ser respeitadas assim como as suas, seja esta um comércio no centro da cidade, uma casa em um condomínio de luxo ou um apartamento na periferia.

Muito provavelmente também não é do conhecimento da maioria que na semana passada um grupo de indígenas, além de invadir uma propriedade de forma truculenta utilizando arma de fogo, fizeram a família de refém e agrediram fisicamente os proprietários. A barbárie se repete dia após dia longe doa holofotes da grande mídia. Nos últimos três anos eu vi e vivi as consequências destas ideias nefastas, afetando diretamente os dois bens mais valiosos da minha vida: minha família e minha escola. Não seja o próximo a morrer sentado! Levante-se contra todas as ideias que atacam nossos direitos, propriedades e liberdades.

sábado, 22 de agosto de 2015

Afinal, a verdade existe?

No meu tempo de estudante e, mais precisamente quando entrei para a faculdade (quando fui cooptada pela ideologia marxista e me tornei petista) passei por diversos momentos de lavagem cerebral sem perceber. Claro, é tudo feito de forma a "não parecer que é". TODOS OS TEXTOS lidos e sugeridos em sala de aula eram marxistas. TUDO o que se falava em sala de aula tinha um viés marxista. TODOS OS MEUS PROFESSORES eram marxistas.


A faculdade me negou o direito de conhecer as duas faces de uma mesma moeda me mostrando apenas uma.

Quando eu não entendia ou discordava de alguma coisa, era levada a acreditar que não tinha maturidade suficiente para compreender o que estava em discussão. Achava-me burra - coisa que professores e colegas sutilmente reafirmavam. Certa vez cheguei a ouvir de uma amiga: “Suas categorias de análise estão deturpadas. Falta-lhe muita leitura”.

Anos atrás fiz outra faculdade e, como não poderia deixar de ser, apesar de se tratar de outro curso e outra Universidade, lá estava o predomínio do viés marxista. Desta forma não é de se admirar que só recentemente, DEPOIS DE ALGUMA LEITURA DE CUNHO DIVERSO, é que estou começando a perceber que todas as minhas discordâncias com relação ao que via nas salas de aula não eram fruto do que costumavam taxar de imaturidade intelectual ou desconhecimento da realidade – às vezes até “dificuldade de apreensão da mesma”. Pelo contrário, tratava-se de uma forma inconsciente de recusar o que para mim não fazia sentido. É-me difícil aceitar o que não faz sentido, não importando o que seja ou de onde venha. Ainda hoje me recordo de uma passagem onde atraí para mim olhares raivosos de toda sala de aula porque tive o disparate de discordar do que o autor de um livro dizia. E vejam que foi uma discordância insignificante. A professora se resumiu a me forçar a ler e reler o trecho do qual discordara imaginando que isto me faria mudar de opinião... Não deu certo.

Apesar desta minha “desconfiança” a respeito da coerência teórica adotada pelos textos analisados – algo que me perseguiu durante todo o período em que estive na academia –, só agora percebo que eu não era tão burra quanto imaginava. Porém, há que se destacar um ponto que fugira desta minha confusão mental nos textos de viés marxista: houve um livro que jamais me levou a duvidar da minha capacidade de absorção da “cultura superior” – o "Relativisando" do Roberto Da Matta. Consta ali um discurso totalmente inebriante com relação à verdade. Este livro traz exatamente o posicionamento criticado pelo "Maro Filósofo" no vídeo abaixo. Contudo, quando li fiquei encantada com a defesa da ideia de que a verdade seria algo relativo e, portanto, algo inexistente. Assim sendo, não parei para analisar o absurdo da alegação.

Aquela afirmativa fazia de mim uma pessoa menos burra, posto haverem pessoas mais burras do que eu. Dá para perceber porque eu gostei tanto? No momento pouco importou a lógica presente em tal afirmativa. Mais urgente era meu sentimento de inferioridade que deveria ser contraposto. Fui enganada e aceitei de bom grado a mentira que me contaram porque ela me chegou em hora apropriada... E é assim, por meio de subterfúgios teóricos, que a ideologia marxista se apropria de nossas mentes sem que nos demos conta. Convém ressaltar que este foi o único texto que li, durante o meu processo de lavagem cerebral, que não só entendi, mas também julguei coerente. Felizmente, descubro hoje eu não era um caso perdido.

terça-feira, 14 de julho de 2015

Os 50 tons da pedofilia


Pesquisar a respeito da pedofilia na internet é algo que requer grande atenção e empenho por parte daquele que se propõe a tal tarefa. Existem certos detalhes que podem passar despercebidos mesmo aos olhos mais atentos. O site Turminha do MP*, por exemplo, não deixa claro qual a posição oficial deste em relação à caracterização da pedofilia. Enquanto que aqui diz “pedofilia em si não é crime”, aqui se contradiz: “[pedofilia] é o crime de abuso e exploração sexual das crianças e adolescentes. Aquele que comete crime de pedofilia é chamado de pedófilo". Já o tão suspeito Humaniza Redes** é categórico ao afirmar que "NEM TODAS" as pessoas que abusam de crianças e adolescentes são pedófilas, e ainda vai mais longe quando afirma que o pedófilo só passa a existir a partir do diagnóstico de profissional psiquiátrico e que o que caracteriza o crime contra a criança não é a pedofilia, mas o ato da exploração sexual.

- Ora, segundo o dicionário Aurélio a pedofilia é um distúrbio psicossexual em que o indivíduo sente necessidade imediata, repetida e imperiosa de ter ATIVIDADES SEXUAIS e FANTASIAS SEXUAIS com crianças pré-púberes. Logo, todo aquele indivíduo que se enquadre neste contexto é um pedófilo. Neste sentido, o esforço em se comparar o pedófilo e o adulto que abusa de uma criança (por exemplo: o pai ou a mãe que vende a filha pré-púbere como prostituta) para, em seguida, afirmar que o primeiro não passa de uma vítima de transtorno psicológico é uma estratégia manipulatória cuja finalidade única é a defesa de uma posição que favorece o ponto de vista do pedófilo... Ao que parece os pedófilos são a próxima "minoria" na lista dos coitadinhos apoiados pela esquerda. Já imagino o DIA DO ORGULHO PEDÓFILO.


É neste ponto estratégico que o tema da pedofilia e o livro BDSM*** "50 Tons de Cinza" se interligam. A obra de E. L. James foi aclamada pela crítica e muitos chegaram a classificá-la como romance. O que acontece, porém, é que se trata de um livro que faz apologia ao maltrato sexual, mas que, ao contar a história a partir da perspectiva da "vítima"(que certamente tem vários problemas psicológicos) a autora aproveita para distorcer os fatos e assim transmitir a fantasia de uma jovem tímida, recatada e insegura que se envolve com um homem lindo, rico e poderoso, mas com um certo desvio de conduta. Nesta fantasia, inconcebível no mundo real, a personagem frágil e delicada consegue transformar o personagem forte e dominador atravez do amor... SERIA LINDO SE NÃO FOSSE PURA FANTASIA. Qualquer um com um mínimo de bom senso saberia que tal façanha seria comparável a se "transformar" um homosexual em heterosexual. Só uma mente totalmente sem noção cairia numa dessa... Só que muita gente caiu.


A manipulação dos incaltos a respeito da noção de pedofilia começa com a divulgação de pesquisas de "profissionais" da área do estudo do comportamento. Já existem trabalhos que afirmam que o pedófilo só tem amor para dar. Estes mesmos "profissionais da área" alegam que a sexualidade é instintiva e não algo que se desenvolva com a idade. Em outras palavras, afirma-se que a sexualidade humana é algo inconsciente e ao mesmo tempo reprimida e, por este motivo, negá-la seria uma violência contra nós mesmos. Vejam bem, esta é a visão que os pedófilos têm da sexualidade porque quando sentem atração por crianças acreditam que as crianças também sintam atração por eles - na visão de mundo deles as crianças são sexualizadas. Desta forma, o que está se fazendo é atribuindo à criança características que ela não tem, mas que necessitam ser imputadas a elas para que o pedófilo passe a ser visto como uma pessoa "normal". É isso o que explica as tais cartilhas distribuídas pelo Governo Federal nas escolas públicas do país.





Guilherme Schele - Procurador da República


* O site Turminha do MPF foi totalmente idealizado, criado e finalizado pelos servidores da Secretaria de Comunicação Social da Procuradoria Geral da República.
** O site Humaniza Redes é de responsabilidade da Secretaria de Direitos Humanos do Governo Federal.
*** BDSM (Bondage, Disciplina, Dominação, Submissão, Sadismo e Masoquismo)

sábado, 30 de maio de 2015

Documentário que retrata a AGENDA comunista para se conquistar o poder

Há algum tempo vem sido divulgado pela internet e pelas redes sociais o "decálogo de Lenin". Trata-se de dez passos necessários para se atingir o poder. Este decálogo, até onde se sabe, é falso, e mesmo se fosse real não se poderia atribuir sua autoria a Lenin. Porém, os passos apresentados possuem uma coerência enorme com a AGENDA SOCIALISTA para atingir o poder e difundir a doutrina comunista e seus tentáculos por todo o planeta.
Vejam o vídeo e, em seguida, ANALISE os dez passos atribuídos a Lenin.


1.    Corrompa a juventude e dê-lhe liberdade sexual;
2. Infiltre e depois controle todos os veículos de comunicação em massa;
3.   Divida a população em grupos antagônicos, incitando-os a discussões sobre assuntos sociais;
4.   Destrua a confiança do povo em seus líderes;
5.  Fale sempre sobre Democracia e em Estado de Direito mas, tão logo haja oportunidade, assuma o Poder sem nenhum escrúpulo
6. Colabore para o esbanjamento do dinheiro público; coloque em descrédito a imagem do País, especialmente no Exterior e provoque o pânico e o desassossego na população;
7.   Promova greves, mesmo ilegais, nas indústrias vitais do País;
8.   Promova distúrbios e contribua para que as autoridades constituídas não as coíbam;
9. Contribua para a derrocada dos valores morais, da honestidade e da crença nas promessas dos governantes, nossos parlamentares infiltrados nos partidos democráticos devem acusar os não-comunistas, obrigando-os, sem pena de expô-los ao ridículo, a votar somente no que for de interesse da causa;
10.  Procure catalogar todos aqueles que possuam armas de fogo, para que elas sejam confiscadas no momento oportuno, tornando impossível qualquer resistência à causa.

terça-feira, 26 de maio de 2015

"Pátria educadora" - ou: Porque o PT não investe em educação

Se você tem mais de 25 anos e, portanto, teve a chance de conhecer o Brasil antes e depois do PT, deve se lembrar das bandeiras historicamente levantadas por este partido antes de alcançar o poder (chamo de "poder" o momento em que o PT conseguiu eleger o seu candidato à presidencia da república). A sua primeira grande bandeira foi a reforma agrária. E não era por acaso. O momento político favorecia o levantamento desta bandeira. Contudo, 12 anos após alcançar o seu intento, a dita reforma ainda não se concretizou. Se prestarmos mais atenção veremos que o mesmo ocorreu com todas as bandeiras já levantadas (e ainda defendidas) pelo PT.

Isso nem de longe significa que o PT seja apenas mais um partido igual a todos os outros que já o precederam. É pior. O PT tem a sua "agenda própria" e esta não é atender aos anceios dos eleitores que confiam nas suas promessas. Sua intenção é o poder, ponto. E para atingir este objetivo muda o discurso na medida do necessário. Então temos a reforma agrária (que já foi deixada de lado, mas nem tanto), a segurança, a saúde, a educação... Todas estas promessas de engajamento são deixadas de lado, com a maior naturalidade e sem o menor problema, se o momento assim o exigir.

Na campanha de reeleição da presidente Dilma Rousseff, testemunhamos promessas de comprometimento com todas as causa socias, tendo a educação - neste pleito em particular - um maior destaque. Fosse hoje o momento da campanha, certamente o tema seria "Pátria Pacificadora". Porém, eleita, vimos a quebra de todas as suas promessas de campanha... É claro que nem a reforma agrária e nem a educação jamais foram prioridades. E, se considerarmos seu comprometimento ideológico, veremos que a educação [de qualidade] nunca foi e nem nunca será algo que preocupe o governo.

Vou tocar agora num assunto que é de conhecimento de todos, mas que, mesmo assim, muitos evitam falar por receio de bullying intelectual: trata-se do "projeto político de poder do partido dos trabalhadores". Sempre que se toca no assunto ouve-se em contrapartida a retórica da "teoria da conspiração". Bem, gostaria de convidar todos a ouvir com atenção as colocações dos vídeos a seguir. Procurei ser eclética nas escolhas, espero ter conseguido.