Mostrando postagens com marcador MST. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador MST. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Nota da FEALQ sobre a sua invasão pelo MST




NOTA DE ESCLARECIMENTO
DA FUNDAÇÃO DE ESTUDOS AGRÁRIOS LUIZ DE QUEIROZ (FEALQ)

A Fazenda Figueira, localizada em Londrina, próxima do distrito de Paiquerê, é propriedade da Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz (FEALQ), entidade privada, sem fins lucrativos, com objetivo de apoio à pesquisa de desenvolvimento científico, econômico e social, encontra-se invadida por mais de 1000 integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra.

A Fazenda Figueira foi doada pelo Sr. Alexandre Von Pritzelwitz no ano de 1995 para a Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz (FEALQ), e não para a USP/ESALQ, como mencionado por pessoas que não conhecem a história da fazenda. A USP não é proprietária e não participa de maneira alguma na administração da Fazenda Figueira.

Essa doação TVE como objetivo a instalação de uma fazenda modelo e um centro de pesquisa em pecuária de corte, para o desenvolvimento de técnicas sustentáveis para a produção pecuária. A Fundação de Estudos Agrários Luiz Queiroz (FEASLQ) iniciou a administração da Fazenda Figueira no ano de 2000, após o falecimento do Sr. Alexandre Von Pritzelwitz.

Desde então os trabalhos na fazenda Figueira estão sendo conduzidos com seriedade, visando a aplicação de técnicas capazes de aumentar a eficiência técnica/econômica, social e ambiental do projeto, o que caracteriza uma administração com foco em sustentabilidade, capaz de aumentar a produtividade, alcançado indicadores muito acima dos exigidos legalmente para caracterizar uma propriedade produtiva.

Para tanto, inúmeras pesquisas foram e são conduzidas com o objetivo de validar tecnologias a serem aplicadas nos sistemas de produção, além da obtenção de indicadores de sustentabilidade para a atividade de pecuária de corte.

Realizamos trabalho de difusão de tecnologias com técnicos, produtores e estudantes, através de dias de campo e aulas a campo com alunos de universidades como UEL; UEM; USP; UNESP; UFG; entre outras. Além de palestras pelo Brasil para a difusão de tecnologias aplicadas e os resultados obtidos nas pesquisas realizadas na Fazenda Figueira, com o objetivo de incentivar a produção de uma pecuária sustentável. As pesquisas produzidas são publicadas através de teses e dissertações de pós-graduação, ale, de revistas científicas de circulação nacional.



A Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz/Fazenda Figueira, através de seus técnicos, faz parte da APPS – Associação dos Profissionais da Pecuária Sustentável, formada por universidades, instituições de pesquisa, empresas de consultoria, que buscam o desenvolvimento e divulgação de técnicas para a capacitação de técnicos de campo, com o objetivo de proporcionar a adoção de novas técnicas para o aumento de produtividade da pecuária brasileira de forma sustentável.

O reconhecimento pelas instituições ligadas à pecuária brasileira, para trabalhos e pesquisas conduzidas na Fazenda Figueira, resultaram na nomeação de um engenheiro agrônomo da Fazenda Figueira como diretor técnico da APPS.
Para a condução do sistema de produção e pesquisas existentes na Fazenda Figueira, contamos com a colaboração de 14 famílias que residem na propriedade em casa de alvenaria, com água; luz; coleta e tratamento de esgoto; vias de acesso internas iluminadas; além de plano de saúde oferecido gratuitamente aos funcionários. Esses colaboradores são responsáveis pela execução de diversas atividades realizadas na Fazenda Figueira.

Para execução das pesquisas, contamos também com a colaboração de alunos de graduação e pós-graduação, professores e pesquisadores de diversas universidades nacionais e internacionais, o que comprova o comprometimento e participação ativa na realização de pesquisas dentro da Fazenda Figueira.

Na área ambiental, a Fazenda Figueira possui a reserva particular do patrimônio natural – RPPN “mata do barão”, que é a maior reserva de Mata Atlântica contínua de Londrina, e responsável por 47% de arrecadação do ICMS ecológico do município de Londrina, onde foram conduzidos trabalhos de catalogação, marcação e identificação das espécies de árvores, plantas e animais. As áreas da “mata do barão|” e as áreas de preservação permanente são todas isoladas para a preservação ambiental. Essas áreas de reserva representam aproximadamente 40% da área total da propriedade, muito acima doa 20% exigidos por lei, o que caracteriza o empenho da FEALQ em manter áreas com a biodiversidade da Mata Atlântica para a preservação de espécies vegetais e animais, além da realização de pesquisas para fortalecer a preservação ambiental no país.

Por definição a sustentabilidade é alcançada quando direcionamos nossos esforços para o aumento da eficiência econômica, ambiental e social dos projetos. Essas informações acima descritas e os indicadores produtivos da Fazenda Figueira mostram que a administração da FEALQ está trabalhando com seriedade e firmeza desde o ano de 2000, contribuindo para o engrandecimento da pecuária nacional de forma sustentável.



Carta de um trabalhador rural descontente com a invasão de sua ex-escola por militantes do MST


TIAGO ALVES CORREA CARVALHO DA SILVA
é engenheiro agrônomo pela Escola Superior de Agricultura “Luiz Queiroz” (ESALQ-USP)

Na segunda-feira da semana passada (17/08/2015) a invasão da Fazenda Figueira (Londrina/PR) causou surpresa e revolta em boa parte da comunidade ESALQUEANA. Notas de repudio e declarações de ex-alunos tomaram conta das redes sociais exprimindo a indignação contra este ato bárbaro. A história desta fazenda e de como ela veio a se tornar parte da FEALQ, nos ajuda a compreender a profundidade do abismo moral em que vivemos hoje. Alexandre Von Pritzelwitz assim como Luiz de Queiroz são exemplos de empresários do agronegócio brasileiro, que por espírito de extrema visão e compaixão para com as futuras gerações mudaram o rumo da agricultura nacional e a vida de milhares de estudantes. Se fossem vivos estes senhores provavelmente seriam enquadrados por alguns destes mesmos “estudantes” que se beneficiam de suas doações, dentro do grupo pejorativamente intitulado ruralistas. Esses mesmos, que são atacados dia após dia por essa esquerda abobada, detentora exclusiva da bondade e altruísmo existente entre nós.

De maneira curiosa, alguns ex-alunos que no passado endossaram ações e invasões do MST se posicionaram contrários ao ato na Faz. Figueira. Como avaliar essa mudança repentina de posicionamento? Primeiramente, é provável que a grande maioria dos atuais ex-alunos, por mais desinformados que sejam, já tenha escutado a respeito do trabalho de excelência que vem sendo desenvolvido nesta propriedade. Esta, que é referencia no desenvolvimento de pesquisa na área de pecuária com ênfase em sustentabilidade e conservação ambiental, o que invalida o argumento de propriedade improdutiva.

Mas acredito que exista também um sentimento conflitante nessa situação, algo que um observador externo não conseguiria compreender. Não importa a data de formatura, curso, espectro político ou tipo de moradia estudantil, todos nós temos a escola como sendo um pouquinho nossa. Um sentimento estranho, mas que comungamos ao passar pelo portão principal e ver o busto de Luiz Queiroz e o prédio central imponente ao fundo do gramadão. O coração acelerado no peito e o arrepio dos pelos ao baixar a janela e sentir o vento fresco e úmido da matinha com o cheiro do Pau d’alho. E ver a história da sua vida cruzando na sua frente entre o portão principal e o Flamboyant do laguinho. E agradecer silenciosamente aos céus a oportunidade de ter vivido tudo isso e que, apesar de tantos anos já passados, ainda ter a sensação de estar chegando em casa. Acredito que este sentimento ajude muito a compreender esse comportamento paradoxal.

Apesar dos índices técnicos darem bastante sustentação ao argumento de que esta propriedade definitivamente não é improdutiva, os mesmo s nunca são colocados em consideração quando propriedades alheias são invadidas. Inclusive propriedade que realizam pesquisa de altíssimo nível, bem como faz a Faz. Figueira. Qual a diferença? A diferença é que a justiça social boa é feita com bens alheios, com os nossos nunca!

Agora, imagine se esta situação estivesse acontecendo com a propriedade da sua família. Imagine que seu título e registro de terra fosse mais antigo que a própria ESALQ e tão legítimo quanto a Faz. Figueira. Que você fosse escorraçado como bandido da terra que viu seus avós e seus pais construindo após anos de batalhas. Que você tentasse contar sua história, o quão absurda é esta situação e que seus amigos não conseguissem nem mesmo compreender. Essa é a situação não só da minha família, mas quase 100 outros produtores somente no estado do Mato Grosso do Sul.

A distancia entre o mundo rural e o urbano dificulta a compreensão dessas questões por grande parte da população. A imagem propagandeada Brasil afora é a que nós, produtores rurais, somos todos malévolos exploradores, destruidores do meio ambiente e assassinos de indígenas. A cegueira ideológica não permite que estes propagandistas vejam que somos tão maus ou tão bons como eles próprios. E que nossas propriedades devem ser respeitadas assim como as suas, seja esta um comércio no centro da cidade, uma casa em um condomínio de luxo ou um apartamento na periferia.

Muito provavelmente também não é do conhecimento da maioria que na semana passada um grupo de indígenas, além de invadir uma propriedade de forma truculenta utilizando arma de fogo, fizeram a família de refém e agrediram fisicamente os proprietários. A barbárie se repete dia após dia longe doa holofotes da grande mídia. Nos últimos três anos eu vi e vivi as consequências destas ideias nefastas, afetando diretamente os dois bens mais valiosos da minha vida: minha família e minha escola. Não seja o próximo a morrer sentado! Levante-se contra todas as ideias que atacam nossos direitos, propriedades e liberdades.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Invasões de terras produtivas e o agronegócio


Ficamos um bom tempo sem noticias a respeito de invasões de terras perpetradas pelos movimentos das “minorias”, mas semana passada uma enxurrada de denuncias voltou a pipocar. Como não poderia deixar de ser, estas denuncias partiram das redes sociais e não da mídia. O governo não se manifestou, apesar de que, estando a FUNAI envolvida nestas invasões o governo certamente está ciente delas. O que causa estranheza é o fato da mídia não “se meter a analisar” o ocorrido. Ora, num momento de crise política tão delicado como este, o que menos se quer é que apareça em cena mais um problema SÉRIO para se resolver. Mas não é por isso que a imprensa se cala. Já ficou mais do que patente o fato de que só são noticiadas matérias que não prejudiquem ainda mais a figura já desgastada desta senhora. E como ela não tomará nenhuma providência é melhor que não se fale do assunto.
Todos nós sabemos do enfraquecimento da economia nacional frente às medidas econômicas tomadas pela equipe governista. Semanalmente vemos a divulgação de grandes fábricas e lojas que vêm demitindo um número cada vez maior de funcionários. Os setores da industria e do comércio foram severamente prejudicados e contornam o prejuízo demitindo. Mas não só de indústria e comércio vive o Brasil. A agricultura e a pecuária brasileira só fazem crescer, tanto em quantidade como em qualidade, o que faz desse setor um sucesso internacionalmente reconhecido – com destaque para a agricultura tropical. Desta forma, percebe-se que a crise brasileira não afetou o setor do agronegócio.
Recentemente o país vem se destacando como fabricante de equipamentos agrícolas de altíssima tecnologia. O anúncio da safra recorde de grãos 2014-2015 pode levar o agronegócio a ser o responsável pela retomada do crescimento brasileiro, apesar a ineficiência do sistema de escoamento: estradas inadequadas e portos despreparados para suportar a alta demanda. O Brasil é um dos maiores exportadores mundiais de carne bovina e de frango e caminha para ser um líder também com a carne suína.
Por que estou destacando isto? Ora, se faz parte da política do governo arruinar a nossa economia, falta o agronegócio. E é aí que entram estes movimentos. Não são só os aparelhos do Estado que estão dominados pelo PT. Os movimentos sociais também comem no sua mão e estão sempre alertas para reagir quando isto for interessante aos planos de dominação da esquerda.

sábado, 22 de agosto de 2015

O triste fim do PT

Fonte: TVeja




Os sindicatos, o PT, os governos, as prefeituras e câmaras comandadas pelo partido de Dilma bem que se esforçaram, mas a manifestação de ontem contra o impeachment micou. Nem toda a máquina, o lanche de graça e o circo que envolvem as manifestações da petezada forma capazes se arrastar uma multidão. Os que foram são, na verdade, o que restou do PT, que caminha a passos largos para seu fim. Veja a imagens e entenda com Joice Hasselmann.

sábado, 20 de junho de 2015

Porque a esquerda sempre barra a aprovação da lei antiterror



Em uma ação criminosa, mulheres do Movimento dos Sem-Terra (MST) destruíram no dia 5 de março mudas de EUCALÍPTOS TRANSGÊNICOS que eram objeto de pesquisa há 15 anos no interior de São Paulo. Elas invadiram e destruíram um centro de pesquisa da FutureGene, empresa do grupo SUZANO PAPEL E CELULOSE, em Itapetininga (SP).

Mais uma vez, uma ação CRIMINOSA que deve ser objeto de ação penal e as responsáveis devem ser DETIDAS e pagar pelo prejuízo. Em um país realmente democrático ações como esta são tratadas como ações terroristas porque visam a destruição e a desordem - que foi exatamente o que fizeram. Porém, o governo brasileiro (PT) sempre trabalhou no intuito de barrar a aprovação de uma lei antiterror.
Dá para imaginar por que?

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Porque o alvo principal das manifestações é o PT?

Porque o PT é o alvo principal dos movimentos contrários à corrupção, ao comunismo e a favor da democracia? Este vídeo é bem didático ao esclarecer esta dúvida. Utilizando argumentos bem embasados e vídeos de domínio público [do YouTube], este relato "mata a cobra e mostra o pau". Para quem ainda tem dúvida a respeito da falsidade no discurso e nas ações de Luiz Inácio da Silva, a observação do que é mostrado aqui é indispensável.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

E eis que a MARCHA PELA LIBERDADE chega à Brasília


Depois de uma caminhada de cerca de 1000 Km, um mês de chuva, sol, vento, frio, calos e algumas bolhas, eis que a marcha "avista" o Planalto Central. Os "meninos" passaram por diversas cidades e em todas foram calorosamente recebidos. É claro que sempre havia algum petista querendo aparecer, fazer o quê? Afinal, isso ainda é uma democracia. Também receberam ameaças que foram aumentando o tom a medida que se aproximavam da capital federal.

Na manhã de sábado (23/05) foi a vez do MST fazer ameaças e na noite do mesmo dia ocorre um estranho acidente automobilístico AO LADO do pessoal da marcha, atingindo dois dos seus integrantes. Passado o susto os "meninos" retomaram ao trabalho.


Brasília a vista, metade da trajetória percorrida. A ameaça do MST ficou para traz, mas não a "boa" vontade em se fazer desta iniciativa um fracasso. Na manhã do dia 27 de maio, dia marcado para a entrega, pelos "lideres" da marcha, do pedido de impeachment ao congresso, acontece uma greve promovida pelo sindicato dos condutores de ônibus - desconheço o nome do sindicato. Em um vídeo que circulou pelas redes sociais vimos o motorista de um dos veículos dizer que só ficou sabendo da greve quando chegou de manhã para o serviço. Coincidentemente a greve não tinha nenhuma pauta de reivindicação e estava marcada para acontecer somente até o início da tarde - horário marcado para a realização do evento dos "meninos". Mas a "greve" não se limitou a paralisar os trabalhos. Houve também a estratégica idéia dos sindicalistas de posicionar os veículos em locais que dificultassem o acesso às vias que davam acesso ao congresso. MUUUUUUITA coincidência. Greve sem pauta, sem reivindicação, sem aviso prévio, mas com hora certa para se dispersar.


Nada disso impediu a entrega da documentação ao congresso. Porém tal impedimento nunca foi o objetivo. O que se pretendeu atravez desta manipulação do sindicato ligado à CUT, foi impossibilitar a chegada dos moradores ao local para prestigiar a marcha e posteriormente veicular notícias na mídia dando conta de que o movimento fracassou. Acredito que a iniciativa de se chamar uma greve geral para o mesmo dia da entrega do impechment tenha sido algo planejado pela própria esquerda para esconder tal manobra. Confesso que até eu andei compatilhando tal mensagem. Como sempre a esquerda consegue enganar todo mundo, e o que é pior, usando as nossas "armas". Basta lembrar que os petistas usam a palavra DEMOCRACIA para camuflar ações que cerceam nossa liberdade: TODAS AS VEZES QUE O GOVERNO USA A PALAVRA DEMOCRACIA JÁ PODEMOS DESCONFIAR.



O pedido de impeachment foi entrege, agora falta criar as condições políticas para que ele seja aprovado. Isso não é tão difícil, basta continuarmos denunciando todos os "mal feitos" do PT, que não são poucos e nem tão difíceis de encontrar - tem PT envolvido, tem sujeira.



quinta-feira, 23 de abril de 2015

O PT JÁ ESTÁ PRONTO PARA DAR O GOLPE E SE PERPETUAR NO PODER


“O governador mineiro, o petista Fernando Pimentel, que há quatro meses no poder já estava devendo alguma ação de governo, resolveu nos brindar com uma decisão que, reconheçamos, chamou a atenção. Por incrível e absurdo que pareça, colocou entre os agraciados da tradicional Medalha da Inconfidência ninguém menos do que o organizador e promotor das invasões de terra e depredações de laboratórios do país. O que quer dizer o governador mineiro com essa atitude? Que Minas aguarda ansiosa novas invasões? Novas depredações? Novas afrontas à lei? É de se perguntar o que o chefe da polícia de Minas acha desse incentivo oficial ao crime em seu estado. No dia de Tiradentes, nasce um novo episódio da história mineira: o banditismo apoiado pelo governo governador. Esta é a opinião do Grupo Bandeirantes de Comunicação.”

O líder do Democratas, senador Ronaldo Caiado, chamou de "afronta" o caderno de teses elaborado pelo PT e divulgado em seu site oficial para ser discutido no congresso partidario a se realizar em junho. Em discurso no plenário, Caiado também afirmou que homenagem de Governo de Minas a Stédile “faz Juscelino se revirar no túmulo”.