Mostrando postagens com marcador Angola. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Angola. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Sai um ditador entra outro


O presidente da Angola, José Eduardo dos Santos, comanda o país a 35 anos - mesmo sem nunca ter sido eleito para o cargo. A presidência lhe é garantida legalmente pela Constituição, promulgada por ele mesmo em 2010, que estabelece que o cargo da presidência é decidido por uma eleição onde não se vota no candidato, mas no partido - ganha o candidato indicado pelo partido mais votado.

Este tipo de eleição o PT já tentou nos empurrar goela abaixo em novembro passado... Felizmente fracassou.

É sabido de todos que a filha deste senhor é considerada a mulher mais rica da Africa. Trata-se de uma empresária de sucesso, kkkkkkkkkk.

O "modo de atuação" deste grande amigo dos governos Lula e Dilma pode ser conhecido, em parte, através do conto "O bom déspota" do escritor angolano José Eduardo Agualusa. O conto, escrito em primeira pessoa, trata das recordações do próprio ditador:

Durante os primeiros anos fingi-me de morto. Deixei que me vissem como um fiel herdeiro di falecido presidente e, ao mesmo tempo, fui libertando sem alarde os fraccionistas que haviam sobrevivido aos fuzilamentos e aos campos de concentração. Nomeei alguns para importantes cargos governamentais. Nunca mais criaram problemas.

👉🏽  QUALQUER SEMELHANÇA NÃO É MERA COINCIDÊNCIA.

Existem boatos de sua má condição de saúde - nunca se tem informações confiáveis de um governo que vive da desinformação. A única certeza é a respeito da sua indicação do novo sucessor: o atual ministro da defesa João Lourenço.

... Pois é, em Cuba Fidel "indicou" seu irmão, na Venezuela Chaves "indicou" Maduro... Aqui Lula quer voltar para terminar o aparelhamento do Estado e a modificação das leis para poder "indicar" seu sucessor também.

E assim caminham as democracias alinhadas ao bolivarianismo... Ainda querem que acreditemos que isso não é a nova roupagem do antigo comunismo

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Investigações internacionais podem comprometer ainda mais o ex-presidente Lula

O elemento internacional ameaça ampliar a lista de líderes políticos citados e envolver ainda mais o ex-presidente Lula da Silva no escândalo, que encheu os cofres de empresas e bancos, mas que colocou a Petrobras e o Brasil de joelhos perante o mundo.

A Transparência Internacional - ONG que luta contra a corrupção no mundo - anunciou que pretende investigar os contratos das empreiteiras envolvidas no escândalo da Lava Jato em sete países (Brasil, Venezuela, Angola, Cuba, Portugal, Peru e Panamá)  onde quatro empreiteiras venceram mais de 30 contratos com a ajuda de Lula. O propósito da investigação é apurar se  as empresas repetiam em outros países o esquema de cartel e pagamento de propina desenvolvido no Brasil pelos integrantes do PT.

No momento em que a Polícia Federal começar a investigar, encontrará uma série de obras inacabadas com orçamentos visivelmente superfaturados. Para se ter uma ideia, são aproximadamente US$ 25 bilhões para a Odebrecht apenas na Venezuela.

Para a entidade os projetos remotos construídos pela Odebrecht financiados pelo BNDES devem ser examinados minunciosamente pois podem ser apenas a ponta do iceberg de um gigantesco esquema de corrupção internacional e que investigações paralelas podem encontrar escândalos ainda maiores que os desvios na Petrobras e em outras obras no Brasil. Tal crença se baseia no fato de as investigações, apesar de já terem avançado muito, ainda estarem em fase inicial pois ainda há muito material a ser analisado.

Não se sabe ainda quanto Lula teria recebido pessoalmente, nem quantos milhões foram "doados" ao instituto que leva seu nome. Entretanto, Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) divulgou dados sobre a empresa de Lula, a LILS.


Apenas a LILS, empresa de palestras do ex-presidente Lula, recebeu R$ 27 milhões, desde que ele deixou a presidência da República. Boa parte do dinheiro veio de empreiteiras investigadas na Lava Jato, como Odebrecht (R$ 2,8 milhões), Andrade Gutierrez (R$ 1,5 milhão) e OAS (R$ 1,4 milhão).


A investigação histórica já começou. Enquanto investigadores da Lava Jato se debruçam sobre a Petrobras no Brasil, outros em Brasília estão lentamente examinando contratos lucrativos concedidos a outras empresas para obras em lugares como Cuba, Equador e outros tão distantes quanto Moçambique e Angola.

sábado, 22 de agosto de 2015

Esquema de Lula com a Odebrecht é internacional. A corrupção brasileira se espalhou pelo mundo


Fonte: Nota do Dia

Enquanto milhões de brasileiros vão às ruas para protestar contra o escândalo bilionário de corrupção na Petrobras que está sacudindo o país, poucos se dão conta de que a corrupção brasileira pode ter se espalhado pelo mundo.

Tudo que foi revelado até aqui pela Operação Lava Jato pode ser apenas a ponta do iceberg da corrupção internacional. Projetos remotos construídos pela Odebrecht SA, alguns financiados pelo BNDES merecem ser examinados com uma lupa. É grande a probabilidade de que investigações paralelas encontrem escândalos ainda maiores.

“Esses assuntos internacionais estão nas fases iniciais de investigação. Ainda há muito material a ser analisado”, afirmou Deltan Dallagnol, um dos procuradores líderes do gigantesco caso criminal envolvendo a Petrobras.

A Transparência Internacional entrou em cena e anunciou que vai investigar os contratos das construtoras brasileiras em sete países incluindo a Venezuela, onde quatro empreiteiras venceram mais de 30 contratos com a ajuda de Lula.

A entidade que combate corrupção no mundo quer saber se as empresas repetiam em outros países o esquema de cartel e pagamento de propina desenvolvido no Brasil pelos integrantes do PT.

‘Relação transparente’

A Odebrecht confirmou que arcou com as despesas da participação paga de Lula em eventos em países como Venezuela, Angola, Cuba, Portugal, Peru e Panamá. Não se sabe ainda quanto Lula teria recebido pessoalmente, nem quantos milhões foram "doados" ao instituto que leva seu nome. Entretanto, Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) divulgou dados sobre a empresa de Lula, a Lils.

Apenas a LILS, empresa de palestras do ex-presidente Lula, recebeu R$ 27 milhões, desde que ele deixou a presidência da República. Boa parte do dinheiro veio de empreiteiras investigadas na Lava Jato, como Odebrecht (R$ 2,8 milhões), Andrade Gutierrez (R$ 1,5 milhão) e OAS (R$ 1,4 milhão).


A investigação histórica já começou. Enquanto investigadores da Lava Jato se debruçam sobre a Petrobras no Brasil, outros em Brasília estão lentamente examinando contratos lucrativos concedidos a outras empresas para obras em lugares como Cuba, Equador e outros tão distantes quanto Moçambique e Angola.

No momento em que a Polícia Federal começar a investigar, encontrará uma série de obras inacabadas com orçamentos visivelmente superfaturados. Para se ter uma ideia, são aproximadamente US$ 25 bilhões para a Odebrecht apenas na Venezuela.

Na medida em avançar nos exames dos contratos, a Polícia Federal também descobrirá que dos US$ 12 bilhões em financiamento à exportação do BNDES, entre 2007 e maio deste ano, US$ 8 bilhões, ou 420 dos 539 contratos foram para a Odebrecht, com evidências de favorecimento dos governos Lula e Dilma.

O elemento internacional ameaça ampliar a lista de líderes políticos citados e envolver ainda mais o ex-presidente Lula da Silva no escândalo, que encheu os cofres de empresas e bancos, mas que colocou a Petrobras e o Brasil de joelhos perante o mundo.