sexta-feira, 9 de junho de 2017

CORRUPÇÃO NO BRASIL - quem dá o primeiro passo, políticos ou empresários?

Irmãos Batista estão sendo punidos por estatais por haverem delatado esquemas de corrupção do governo

A JBS está sendo punida por haver escancarado a corrupção. A Folha de São Paulo publicou hoje que a estatal CAIXA ECONÔMICA decidiu cobrar, antes do prazo acordado, um empréstimo feito pela empresa dos irmãos Batista. Trata-se da empresa "Flora", dona das conhecidas marcas Minuano e Neutrox. O financiamento venceria somente no ano que vem.

Além da Caixa Econômica, outra estatal, a PETROBRAS, está sendo usada para punir o conglomerado JBS. A empresa resolveu usar uma cláusula anticorrupção para interromper um contrato de fornecimento de gás para a térmica do grupo J&F em Cuiabá.

Estas manobras nos fazem pensar: "as 'operações' de investigação de corrupção, inspiradas pela brasileira LAVA JATO, realizadas nos países bolivarianos estão realmente comprometidas com o saneamento da corrupção ou estão sendo usadas para punir as empreiteiras brasileiras que cresceram com o auxílio do dinheiro roubado?".

Como disse O Antagonista, Caixa Econômica e Petrobras, "duas estatais saqueadas pela ORCRIM, manobram para calar aqueles que denunciam seus saqueadores"... E nos países pertencentes ao Foro de São Paulo, "quem" manobra para calar aqueles que denunciam?

quarta-feira, 7 de junho de 2017

SÍTIO DE ATIBAIA - Quais as provas contra a defesa de Lula?



Conforme exposto na subseção IV.5, o casal Luiz Inácio Lula da Silva e Marisa Letícia Lula da Silva exercia o uso das principais instalações e benfeitorias do Sítio. 

Igualmente, foram efetuadas construções, ampliações, adaptações, reformas, instalações de itens de conforto, bem como uso de objetos decorativos personalizados, destinados às demandas específicas do ex-Presidente Lula e de sua família.

sábado, 3 de junho de 2017

Relatório final do Ministério Público sobre o triplex

Triplex de Lula no Guarujá avaliado em até R$ 1,8 milhão

Sexta-feira passada, 02/06/2017, foi divulgado o relatório das alegações finais do Ministério Público Federal acerca do triplex do Guarujá. Ali podemos ler claramente que "Em vez de buscar apoio político por intermédio do alinhamento ideológico, LULA comandou a formação de um esquema criminoso de desvio de recursos públicos destinados a comprar apoio parlamentar de outros políticos e partidos, enriquecer ilicitamente os envolvidos e financiar caras campanhas eleitorais do Partido dos Trabalhadores – PT em prol de uma permanência no poder assentada em recursos públicos desviados. A motivação da distribuição de altos cargos na Administração Pública Federal excedeu a simples disposição de cargos estratégicos a agremiações políticas alinhadas ao plano de governo. Ela passou a visar à geração e à arrecadação de propina em contratos públicos."

domingo, 7 de maio de 2017

Leopoldo Lopes continua desaparecido

Dos portões do presídio militar de Ramo Verde, onde está preso Leopoldo Lopes, Lilian Tintore aguarda, com seus filhos, permissão para visitar o marido que não vê há 35 dias. Hoje, domingo, seria dia de visita familiar.

Lilian não tem notícias de seu marido desde que começaram os protestos nas ruas da Venezuela - após o golpe de Nicolás Maduro.

terça-feira, 18 de abril de 2017

VENEZUELA - O povo não quer Nicolas Maduro

Tropa bolivariana de Nicolas Maduro em confronto com a população na Venezuela.

O regime democrático não é uma realidade na Venezuela. Seu presidente, Nicolas Maduro, segue no comando da nação que o rejeita e protesta frequentemente contra seus desmandos. A manifestação mais recentes é responsável por levar MILHÕES de pessoas às ruas, por dias à fio, numa onda de protestos que clamam a queda do ditador - à semelhança do ocorrido no Egito em 2011.

Em resposta, a população é violentamente recebida pelas tropas bolivarianas.

Estado de confronto diário na Venezuela entre a população e as tropas bolivarianas de Maduro.
Sobreviver na Venezuela não é tarefa fácil. Pessoas morrem todos os dias por vários motivos... A grande maioria deles provocados pela política governamental.


  • Há falta de medicação básica nas farmácias e hospitais;
  • Há desnutrição provocada pela fome generalizada (devido ao desabastecimento);
  • Há enorme incidência de crimes, violência e consumo de drogas;
  • E há violência nas ruas durante os conflitos com a polícia - seja nestes acontecimentos recentes, seja nos já tradicionais saques à supermercados. 

Saque ao depósito do Supermercado Uniferia que levou à morte de Gustavo Patiñis por coletivos armados.

Falta tudo na Venezuela. Além da comida e do papel higiênico - que já virou piada nas redes sociais - também há escassez de energia elétrica e água potável. Por conta disso os cortes no abastecimento são constantes e a população se vira como pode.

Maduro e Dilma, governos alinhados ideologicamente.

Na segunda-feira (17/04/2017) o deputado venezuelano Luiz Florido pediu ao governo brasileiro que cesse a venda de armas para a Venezuela, sobretudo as armas tóxicas vendidas por Dilma Rousseff. No mesmo dia Maduro anunciou a expansão do corpo de milícias do país - composto por civis armados - para 500 mil agentes. Esta notícia saiu no site d'O Globo.

Tropa bolivariana nas ruas pronta pra reprimir manifestações contra o governo do ditador Nicolas Maduro.

O atual governo brasileiro que, em tese, já deveria ter se posicionado contra as decisões arbitrárias e aos desmandos do governo venezuelano, vem fazendo corpo mole e se restringindo a cobrar o impossível: que hajam eleições, que haja diálogo, que se faça a paz. Enquanto isso segue o caos no país vizinho. A conclusão lógica que podemos tirar é que no Brasil mudou o governo mas não a ideologia governante.

O povo se defende com "pedras" contra o armamento pesado da guarda bolivariana.

quinta-feira, 2 de março de 2017

Daniela Mercury mergulha de cabeça em sua decadência

Daniela Mercury resolveu insultar a PM baiana e mostrar o dedo para o camarote da corporação. Tudo para se manter na mídia

Fonte:




Pois é, a cantora resolveu abraçar de vez o papel de "quebradora de tabu". Começou com o proselitismo de suas escolhas pessoais, foi avançando para a afronta contra tudo o que ela rotula como "conservador" e agora se dirige a instituições como a PM, onde milhares de homens e mulheres se colocam como guardiões da ordem e da vida (incluindo a vida da própria cantora).

Não deve ser uma mera questão de ódio, já que estes posicionamentos de Daniela são relativamente recentes. Isso é uma consequência tardia da decadência. Ciente de que seus dias como artista descambavam para o ocaso, a cantora viu na infâmia o seu ganha pão. Sabe que encontrará palanque fácil junto aos radicais que lotam as redações, que seu nome será mantido em evidência por conta desses rompantes friamente calculados. Se fosse uma adolescente, seria fácil ironizar essas birrinhas afirmando que o pai chora no chuveiro pelo que a filha se tornou. No caso de Daniela, é ela quem certamente chora no chuveiro ao perceber que precisa de protagonizar esse freakshow para manter a carreira respirando por aparelhos.

Em tempo: Daniela está sendo criticada por extremistas do movimento negro por ter usado peruca black power e maquiagem para escurecer a pele em uma de suas apresentações no mesmo trio usado para insultar a PM. Os extremistas estão acusando a cantora de fazer "black face". Quem com os porcos se mistura, farelo come.

http://www.oreacionario.blog.br/2017/03/daniela-mercury-resolveu-insultar-pm.html




O Blog ROTA 2014 publicou a reação do vereador Aleluia de Salvador (link). Veja parte do post abaixo.

O líder do DEM na Câmara Municipal de Salvador, Alexandre Aleluia, anunciou que apresentará, na segunda-feira (6), uma moção de repúdio à atitude da cantora Daniela Mercury. O vereador ainda lembrou que nas celebrações pelos 190 anos da PM, Daniela Mercury foi agraciada pela corporação com uma medalha de honra ao mérito. 
"A atitude da cantora foi no mínimo de ingratidão", comentou Aleluia.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Mark Zuckerberg e sua ideologia utópica

ESSA É UMA REPRODUÇÃO DO TEXTO DE RODRIGO CONSTANTINO

Mark Zuckerberg escreveu um “manifesto” em que imagina um futuro completamente modificado pela força das redes sociais, onde as guerras e a pobreza, assim como as angústias, desaparecem do mapa. Esse foi o tema da coluna de João Pereira Coutinho na Folha hoje.

Coutinho começa levantando a hipótese – logo descartada – de se tratar de uma peça de humor, o que não combina com o fundador do Facebook. Ele não parece se encaixar na categoria dos utopistas satíricos, “gente profundamente descontente com a realidade em volta e que usa a literatura para divertir ou moralizar”.

Logo, resta a alternativa de ele ter falado a sério mesmo. O que torna tudo mais lamentável. Afinal, quando a Miss Universo repete que seus desejos são por um mundo de paz e prosperidade, damos um desconto, já que não são exatamente seus atributos intelectuais que estão em julgamento – para desespero das feministas recalcadas. Mas quando um bilionário influente leva a sério tal mensagem, é motivo para espanto:

Em teoria, um mundo sem pobreza, sem guerra, sem angústia e sem solidão pode ter os seus encantos. De preferência, se for proposto por uma candidata a Miss Universo com biquíni a condizer.

Mas imaginar o sr. Zuckerberg em tais preparos, para além de esteticamente arrepiante, é politicamente aberrante: aquilo que define a espécie humana é a diversidade de interpretações e soluções sobre qualquer assunto social.
No jardim de infância dos românticos, o mundo será um lugar pacífico se todos escutarem “Imagine”, de John Lennon. Mas no mundo real, sabemos que questões complexas entram em cena, e que quase sempre podemos falar apenas em “trade-offs”, não em “soluções”.

A questão da pobreza, por exemplo, demanda logo saber: como reduzi-la? E é aí que mora o problema verdadeiro. Tirando dos outros? Adotando um sistema de liberdade econômica com pouca regulação? Ou seja, o debate no mundo dos adultos não permite utopias bobocas que imaginam um mundo sem miséria, por mais acalentador que isso seja. E o debate irá chegar invariavelmente em dilemas morais, já que não existe uma única receita de bolo para tudo.

A utopia política é sempre coletivista, pois não permite espaço para a verdadeira pluralidade de ideias – e, portanto, soluções. Coutinho ataca isso já no começo do “manifesto” de Zuckerberg:

As minhas gargalhadas começaram logo no princípio: “Estamos a construir o mundo que todos queremos?”, pergunta o profeta Mark. Não, meu filho, não estamos. Cada um constrói o mundo que entende porque a ideia de um propósito comum só existe na cabeça de um fanático. Pior: de um fanático que acredita falar em nome de “todos”.
Em meu livro Liberal com orgulho, coloquei duas epígrafes que resumem bem a postura liberal diante disso, em contraponto a essa visão esquerdista utópica e arrogante:

“O liberal é humilde. Reconhece que o mundo e a vida são complicados. A única coisa de que tem certeza é que a incerteza requer a liberdade, para que a verdade seja descoberta por um processo de concorrência e debate que não tem fim. O socialista, por sua vez, acha que a vida e o mundo são facilmente compreensíveis; sabe de tudo e quer impor a estreiteza de sua experiência – ou seja, sua ignorância e arrogância – aos seus concidadãos.”  – Raymond Aron.

“Devemos buscar a perfeição na criação, na vocação, no amor, no prazer. Mas tudo isso no campo individual. No coletivo, não devemos tentar trazer a felicidade para toda a sociedade. O paraíso não é igual para todos.” – Mário Vargas Llosa.

Falta a esses “progressistas” uma humildade maior para reconhecer isso, para admitir que a sua própria visão de mundo é limitada, não é capaz de englobar todos os anseios e objetivos individuais. O seu “paraíso” pode ser o inferno para terceiros. Essa gente deveria ler Thomas Sowell, Isaiah Berlin e outros pensadores do tipo, que mostram como a maturidade é justamente aceitar as limitações do mundo real, em vez de querer que o mundo todo se curve diante de seus sonhos infantis.

Zuckerberg não poderia deixar de fora de sua utopia a tecnologia, claro. Ele acha que a inteligência artificial vai nos salvar. Deveria ver “Black Mirror”, a série da Netflix que retrata como distopia essa crença perigosa, ignorando que a natureza humana não costuma “evoluir” no mesmo ritmo do progresso tecnológico.

Outro ponto-chave de sua utopia é a “democracia direta”, que o próprio Facebook poderá viabilizar como ferramenta. Coutinho condena essa solução também:
Finalmente, o óbvio: com o Facebook, eleitores e eleitos estarão mais próximos do que nunca, escutando-se mutuamente. Tradução: se “a tirania da maioria” aprovar atos de barbaridade, o político, para ser eleito, defenderá atos de barbaridade.

Os mecanismos de mediação que as democracias liberais sempre defenderam (tribunais, parlamentos etc.) devem ser derrotados em nome da “vontade geral”, essa categoria sinistra que Rousseau legou aos seus discípulos.

Enfim, Zuckerberg não defende coisas novas, e em vários sentidos é um ícone do que chamamos de “globalistas”, aqueles que pensam que “os problemas globais só podem ser enfrentados por uma espécie de ‘comunidade global’ –um eufemismo para ‘governo global'”. Os conservadores, como Roger Scruton ou Michael Oakeshott, partem de prismas diametralmente opostos, preferindo as soluções locais, justamente porque reconhecem os riscos autoritários dessas alternativas “globalistas”.

Coutinho conclui de forma direta: “O manifesto de Mark Zuckerberg é um documento megalômano e autoritário escrito com a tinta ilusória das boas intenções. Se adolescentes assim não têm noção do ridículo, o mundo já será um pouco melhor se os adultos não perderem o deles”. O problema é que cada vez mais adultos querem bancar os adolescentes, e alguns possuem bilhões para tanto…
Rodrigo Constantino